O ano começou com aquele que está a ser o maior desafio da sua carreira. Maria Botelho Moniz é nova apresentadora das manhãs da TVI, ao lado de Cláudio Ramos, amigo de longa data e colega na estação concorrente, a SIC, onde trabalharam até se mudarem para o canal de Queluz.

Como é suceder ao lugar que já esteve nas mãos de Cristina Ferreira e Maria Cerqueira Gomes? Terá esta nova responsabilidade um sabor agridoce?

Este novo (e muito feliz) capítulo da vida da apresentadora foi o mote de uma conversa com o Notícias Ao Minuto.

Um mês depois da estreia do ‘Dois às 10’, o que está a ser mais surpreendente neste desafio?

A rápida cumplicidade que se criou entre a equipa. Um projeto como este precisa de muita gente a remar para o mesmo lado e tudo se faz melhor com bom ambiente e boa disposição, algo que se conseguiu com rapidez e facilidade.

Quem foi a primeira pessoa a quem contou que iria apresentar as manhãs?

À minha mãe, é sempre a primeira pessoa a saber tudo e a que mais vibra com as minhas conquistas.

Qual foi o último pensamento antes de entrar no ar, no dia da estreia?

Pensei no meu pai, pedi-lhe que me guiasse e agradeci o que estava prestes a acontecer. E quando se dá a contagem o que me invade é sempre: 'Agarra, vai que é teu'.

Houve algum conselho sobre esta nova fase que tenha sido particularmente simbólico?

O conselho que levo sempre comigo é aquele que me foi dado há uns anos pela Júlia [Pinheiro] e nas estreias lembro-me sempre dessas palavras. Disse-me um dia antes de fazer daytime pela primeira vez: 'Diverte-te. Se tu te divertires, o público diverte-se contigo'. Levo esse conselho para a vida.

Como é trabalhar tantas horas, num projeto com tanta visibilidade, ao lado de um amigo, como é o caso do Cláudio Ramos?

É ótimo, é saber que aconteça o que acontecer estamos lá um para o outro. Sei em todos os momentos que ele não me vai deixar cair assim como ele sabe que não o deixarei cair a ele. É uma enorme segurança e torna tudo muito mais orgânico e natural.

A decisão de abandonar a SIC, depois de tantos anos, foi rápida?

Foi uma decisão ponderada, não tomo decisões sem pensar ou por impulso.

Ao tornar-se rosto do daytime, está mais sob as luzes dos holofotes. Tem sido fácil gerir o mediatismo?

Para já tem sido super tranquilo, tive muito tempo para me habituar a estar debaixo de holofotes. Agora só muda a intensidade dos mesmos. Mas levo tudo com naturalidade, o que me importa é fazer bem o meu trabalho e estar à altura do que me entregaram.

Já enfrentou críticas que a magoaram?

Claro, ao longo dos anos já li e ouvi coisas que me magoaram, que foram injustas e muitas vezes avaliadas de forma maldosa. Mas se a minha consciência está tranquila, é uma dor que passa rapidamente e o universo encarrega-se de esclarecer tudo a seu tempo.

Encara o ‘lado negro’ da fama com naturalidade?

Sim. Para ser franca, não tenho muita razão de queixa, acho até que para já tenho tido muita sorte e ainda não experienciei a sério esse 'lado negro'. Espero sinceramente nunca vir a saber o que realmente é!

Mudou de estação há cerca de um ano e já esteve à frente de dois programas. Agora é tempo de desfrutar das conquistas ou já tem em mente projetos futuros que gostasse de conciliar com as manhãs?

Agora é tempo de foco no que tenho em mãos. As manhãs são uma responsabilidade muito grande e a minha cabeça está 100% focada nelas. Depois, logo se vê o que a vida me traz.

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