Júlia Pinheiro é uma mulher sem papas na língua e sem problemas em admitir algo que a maioria dos comuns mortais tenta esconder: ela ressona.

“Ressonar é a minha grande atividade ao fim de semana. Tenho um diálogo muito intenso com a minha almofada”, revela a diretora e apresentadora da SIC numa entrevista à revista “Nova Gente”.

Com um ritmo de trabalho intenso, Júlia inicia os seus dias por volta das sete e meia e habitualmente chega a casa já muito perto das oito da noite. Põe o avental e prepara o jantar, apesar de ter uma empregada.

“A minha Judite ajuda muito. Mas lá em casa há umas certas reclamações e tem de ser a mãe a cozinhar”, diz Júlia Pinheiro.

Prestes a completar 50 anos, a apresentadora de “Querida Júlia” vê a força da gravidade a levar a melhor sobre o seu físico: “Há coisas em mim que já estão muito mais penduradas do que já estiveram, que apontam para baixo em vez de para cima”, confessa.

Mas ninguém pense que isso a deixa deprimida: “Tenho autoestima… Estou convencida de que sou gira”, remata Júlia, com o seu habitual sentido de humor.

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