Certamente muita gente já observou quem – de facto – está à sua volta? Com essa especial atenção e enfoque, puderam verificar que algumas pessoas estavam bem humoradas, irradiavam felicidade, contagiavam o ambiente e atraiam as atenções de todos os presentes no mesmo recinto. Todavia, alguns mais sisudos, tornaram as coisas mais difíceis, muito mais pesadas sob ponto de vista psicológico e, porque não dizê-lo, materialmente falando. Entre um e outro grupo, puderam os mais atentos verificar diferenças como a noite do dia, sentido com uns motivação e boa disposição e terrível depressão e aborrecimento com os outros restantes, o mesmo será dizer: alegres e infelizes, relaxados e tensos, vívidos e angustiados, energéticos e esvaecidos.

Ora, em género de desafio, poder-se-á perguntar onde verdadeiramente se encontram as chaves para a felicidade? Será que a encontramos nas pessoas que nos cercam ou decididamente dentro de nós? Eventualmente, nos planos e projectos de uma vida, na saúde e no trabalho profissional, na prática dos desportos ou no lazer? Até sabemos, que algumas pessoas vivem mais tempo que outras; mas, apetece perguntar: que “segredinho” é este?

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Ora, de acordo com estudos recentes de várias universidades internacionais, e após análise exaustiva de uma quantidade de pessoas, inclinam-se os cientistas a afirmar que as pessoas mais bem humoradas polarizam os meios, fazendo com que pequenas e grandes decisões, empresariais e políticas, girem à sua volta. Diremos: são seres com pólos energéticos, que se comparam a autênticos imãs.

Através dos mais recentes avanços da biolectrografia, constata-se o cruzamento das energias humanas, e também, de infinitas trocas energéticas entre os seres e os objectos. Existem, efectivamente, campos de energia com maior e menor “quantum” de irradiação, o que provoca mudanças nos limiares de outros seres e até mesmo de muitos dos objectos existentes à nossa volta. A energia na matéria mais física e palpável, muito mais densa, é uma realidade inquestionável, ela existe em tudo e, também, nos seres humanos. Por exemplo, cada célula humana armazena entre 40 e 90 mini-voltz.

Como é óbvio – os bem humorados têm uma maior capacidade de armazenamento de energia e suportam melhor as mais diversas tensões internas e externas. Todos os processos psiconeurológicos e biofisiológicos, mecânicos e extra-corpóreos, sociais, mentais, intelectuais, são dependentes de energia. Em todos os momentos da nossa vida terrena, trocas ocorrem, modificando os limiares dos objectos e das pessoas sob o nosso “raio bioelectromagnético”.

Mas, apesar de ter já dito algumas coisas que me parecem muito interessantes na sua generalidade, a especificidade deste artigo de hoje é para abordar alguns efeitos do riso sobre o nosso organismo. Portanto, para os mais sisudos leitores que, porventura, possa eu encontrar por aí, aqui vai algumas informações importantes para a sua saúde.

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A hormona do stress, que é produzida pelas glândulas suprarenais, é extraordinariamente reduzida no organismo quando rimos. Com o riso franco e aberto, descomprometido, as suas lágrimas passam a ter uma quantidade maior de imunoglobulinas, que é um anticorpo importante, sendo uma uma primeira linha de defesa contra algumas infecções oculares provocadas por vírus e bactérias. O riso acelera a recuperação de convalescentes e é muito eficaz no combate à dor. O poder do riso, activa extraordinariamente a produção de endorfinas, que são eficientes quanto a acupunctura, o relaxamento, a meditação, os exercícios físicos e a hipnose relaxante. Sabe-se que o nível do “cortisol” aumenta de forma muito nociva durante um momento de stress, diminuindo significativamente com o riso diário. A pressão arterial aumenta durante o riso mas, logo, cai abaixo dos níveis de repouso pouco depois. Há uma redução da tensão neuro-muscular depois de um forte riso. Um dos principais factores que contribui para as doenças ocupacionais, como a “dort” – que é um distúrbio osteomuscular relacionado com o trabalho, é o excesso de tensão muscular. O ar é expelido em grande velocidade dos nossos pulmões e do nosso corpo quando damos uma boa gargalhada. O nosso corpo, assim dessa forma, fica muito mais oxigenado, inclusive o nosso cérebro. Este fenómenos contribui para que possamos todos nós pensar com mais clareza quanto para uma boa forma aeróbica. O riso possui um efeito anti-inflamatório na zona das articulações grande e pequenas do corpo, que contribui para reduzir a inflamação e aliviar as dores relacionadas com o reumatismo e artritismo. Durante o stress, a glândula supra-renal liberta corticosteróides que são convertidos em “cortisol” na corrente sanguínea. Níveis elevados de “cortisol” possuem um efeito devastador e imunossupressivo – o riso reduz os níveis desse agente intoxicante.

Caríssimos leitores, por favor pensem bem em todos estes pontos de vista sobre o riso diário, se possível a cada momento da vossa vida. E sejam mais felizes!

Bem Hajam!
CARLOS AMARAL*

Veja as entrevistas com o autor no Programa SAPO Zen:

Convidado Carlos Amaral

O Autor:

Carlos Amaral, Venerável Lama Khetsung Gyaltsen

Mestre em Naturopatia;Especializado em Medicina Ortomolecular; Medicina Homeopática; Medicina Homotoxicológica; Medicina Ayurvédica e Tibetana;Doutorado em Religiões Comparadas e em Metafísica;Investigador em Psicologia Transpessoal & Regressão Memorial;Professor de Budismo, Meditação Tibetana, Raja-Yoga, Kryia-Yoga e Karma-Yoga; Autor e Palestrante.

Contactos:

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Coordenação de Conteúdos:
Heloisa Miranda
email: sapozen@sapo.pt
Veja o programa SAPO Zen: zen.sapo.pt

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