Life coaching para crianças

Saiba como um programa de life coaching pode ajudar os seus filhos a ter um futuro melhor

Para ter um futuro sorridente não basta ter sorte. Boas oportunidades até vão surgindo, mas quem não tiver as ferramentas certas não saberá aproveitá-las.

É por isso que, a par do estímulo da inteligência e da criatividade das crianças, devem também ser trabalhadas as emoções.

 

É aí que entra o life coaching. Em entrevista à Saber Viver, Paula Pinta e Rita Praça, fundadores da empresa Lifecoaching, explicam como este método pode dotar as crianças de novas ferramentas que as vão ajudar a superar obstáculos e desafios.

O que é o life coaching para crianças?

O life coaching é um programa que pretende treinar a inteligência emocional, ajudando as crianças a tirar o máximo partido das suas capacidades e a gerir de forma positiva e construtiva as suas emoções. Uma vez que «a infância é, por excelência, o período da descoberta e da aprendizagem», é nesta fase, como revelam Rita Prata e Paula Pinto, fundadoras da empresa Lifecoaching, que as crianças devem ser levadas a «utilizar a informação contida nas emoções de forma a dirigir o pensamento para aquilo que é importante».

«Saber lidar com os próprios sentimentos e com os dos outros constitui uma maior garantia de êxito», sublinham. De acordo com Rita Praça e Paula Pinto, «saber utilizar as emoções é uma ferramenta adequada que se traduz numa forma feliz de estar no mundo.» Como explicam as fundadoras da empresa Lifecoaching, «o programa de inteligência emocional destina-se a crianças entre os três e os 12 anos, sendo a abordagem e as técnicas utilizadas adequadas à idade».

No final, são as crianças que saem a ganhar. De uma forma lúdica, desenvolvem «a autoestima, a autoconfiança, a segurança e motivação, a maturidade e autonomia, a concentração, a empatia e a assertividade, o raciocínio abstrato e concreto», entre muitas outras capacidades, aumentando a sua inteligência emocional.

Como funciona?

As crianças agrupam-se «em três faixas etárias: dos três aos cinco anos; dos seis aos nove e dos dez aos 12, de forma a permitir a aprendizagem e o desenvolvimento individual no relacionamento com os pares.» As atividades, pensadas para grupos com um número máximo de dez alunos, desenvolvem-se ao longo de 50 minutos, duas vezes por mês.

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