Os 10 mandamentos para alcançar uma vida financeira feliz

Existem centenas de dicas que pode pôr em prática para viver uma vida financeira mais feliz e estável, mas estas dez são as favoritas da equipa do Doutor Finanças. Siga-as e releia-as quando precisar de motivação extra para poupar e tomar boas decisões relativamente ao seu dinheiro.

1. Saber ao certo onde gastou o seu dinheiro

Saber onde gastou o seu dinheiro - sim, todos os cêntimos! - impede que se descontrole a gerir as suas finanças e a decidir o destino do dinheiro. Para além disso, quando regista onde gastou o seu dinheiro passa a conhecer a fundo os seus hábitos de consumo o que, por sua vez, é muito importante para identificar onde poderá fazer cortes significativos em categorias onde gasta mais dinheiro desnecessariamente.

Poderá fazer esta gestão financeira e apontar todas as suas despesas como e onde desejar - numa folha de papel, numa folha de Excel ou numa aplicação de gestão de finanças pessoais. Se prefere este último método, o Doutor Finanças recomenda-lhe o Boonzi, um software 100% português que o ajuda a ter uma visão completa da sua vida financeira, a poupar e ainda a planear o futuro. Com o Boonzi só precisa de dez minutos por semana para ter sempre as suas finanças sob controlo.

2. Planear o destino do seu dinheiro

Planear o destino do seu dinheiro não significa apenas destiná-lo para cobrir as principais despesas do mês. Há muito mais a fazer com o dinheiro e planear o destino de cada cêntimo é uma forma muito eficaz de se proteger e garantir que não passará por dificuldades caso apareçam despesas inesperadas, como uma doença, acidente, avaria do carro, etc.

Por isso, reforçamos a importância de ter um orçamento familiar, pois esta é a ferramenta que lhe permite estar preparado para enfrentar as despesas do mês (e dos seguintes). O orçamento familiar permite-lhe decidir onde quer e onde precisa de gastar o seu dinheiro. O Boonzi, o software que já recomendámos noutros artigos, tem uma funcionalidade muito completa e user-friendly de Orçamentos que lhe permite fazer tudo isto e ainda prever quanto irá poupar este mês e nos próximos.

3. Deixar de pagar o mínimo de juros do cartão de crédito

Pode ser muito tentador fazer pagamentos com o cartão de crédito e pagar em prestações. Mas lute com todas as suas forças contra esta tentação. O ideal é sempre pagar pela modalidade de pagamento do cartão de crédito a 100%, pagando assim a totalidade da dívida do seu cartão de crédito no mês seguinte.

Ao pagar a totalidade, não pagará quaisquer juros pelo seu cartão de crédito. Ao optar por opções de pagamento abaixo dos 100% terá que pagar juros altíssimos, pelo que quaisquer compras que faça com o cartão de crédito ficarão mais caras a longo prazo com os juros do cartão de crédito adicionados ao valor total da compra.

4. Ter um fundo de emergência

O fundo de emergência é constituído por uma boa quantia de dinheiro que conseguimos pôr de lado apenas para gastar em situações inesperadas, seja uma avaria no carro, reparações necessárias em casa ou, por exemplo, um problema de saúde.

Se tiver um fundo de emergência para estas situações, dificilmente terá que recorrer ao cartão de crédito ou a empréstimos, evitando assim possíveis situações de endividamento.

O ideal é poupar cerca de 5% ou 10% do seu rendimento todos os meses, mas caso não consiga juntar estes valores, ajuste a poupança àquilo que consegue efectivamente poupar. O importante é fazê-lo.

5. Tentar negociar tudo: produtos e serviços

Hoje em dia é possível negociar quase tudo, seja a renda da sua casa, o spread do seu Crédito Habitação, salário, serviços de telecomunicações, etc. Não se coíba de tentar negociar os contratos que tem de forma a baixar os seus encargos mensais.

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