As 15 respostas que as mulheres mais procuram

Por muitas semelhanças que apontem, a verdade é que elas são (mesmo muito) diferentes deles. E, como tal, muitas das preocupações e dos problemas de saúde também são distintos

Existem muitos problemas de saúde exclusivos das mulheres, muitos deles na origem de outras tantas interrogações. São claras e diretas e foram-nos dadas por conceituados especialistas. Um cardiologista, uma reumatologista, uma ginecologista e um psicólogo esclarecem todas as suas dúvidas sobre saúde feminina, incluindo a física e a emocional. Ao todo, são mais de 15 regras essenciais e conselhos práticos que a vão ajudar a viver mais e melhor!

1. Existe alguma forma de escapar ao cancro da mama?

«Sim. A paciente deverá fazer o autoexame mamário, segundo a orientação do seu médico assistente. Nesta patologia, não deve ser esquecida a história familiar que tem o seu peso na prevenção», sublinha Clara Bicho, ginecologista e obstetra no British Hospital Lisbon XXI, em Lisboa.

2. É possível superar uma infidelidade?

«Sim, é possível gerir a experiência, exprimindo as emoções e os pensamentos ao parceiro (incluindo os medos e as deceções), mas evitando uma exaltação e acusação que apenas pode piorar a situação», destaca Fernando Magalhães, psicólogo clínico no Centro Clínico e Educacional da Boavista, no Porto.

«Pode ser uma oportunidade para ambos repararem nos problemas da relação, as insatisfações do outro, as próprias expectativas, o que precisa de mudar na relação... E, muito importante, evitar tomar decisões a quente. É possível integrar o acontecimento e ultrapassar a necessidade de apropriação do outro», sugere o especialista.

3. É mais difícil engravidar depois dos 35 anos?

«Não, a não ser que exista uma patologia associada», assegura Clara Bicho, ginecologista e obstetra no British Hospital Lisbon XXI.

4. Qual a melhor opção para levar as compras? Em sacos ou num carrinho?

«Qualquer uma das opções é aceitável, dependendo do seu estado físico e do peso que tem de carregar. Como medida de proteção do aparelho locomotor, o que se recomenda é a repartição da carga de forma equilibrada. Portanto, se vai carregar sacos, divida o peso pelos dois braços. Se já tem alguma dificuldade ou problema articular, talvez seja preferível usar um carro de compras», recomenda Viviana Tavares, presidente da Associação Nacional Contra a Osteoporose (APOROS).

5. Com que regularidade devo consultar o ginecologista?

«Ao iniciar a sua vida sexual deverá fazer uma primeira consulta de ginecologia. A regularidade das consultas daí em diante deve ser orientada pelo médico, bem como os exames importantes para cada caso», aconselha Clara Bicho, ginecologista e obstetra.

6. Os saltos altos fazem mal à coluna? Porquê?

«Quer sejam saltos agulha ou saltos mais largos, são prejudiciais para a coluna por alterarem o centro de gravidade do corpo, deslocando o peso para a frente. Para se equilibrarem e não caírem para a frente, as mulheres necessitam de alterar a postura e fazer um esforço muscular acrescido», afirma Viviana Tavares, presidente da Associação Nacional Contra a Osteoporose (APOROS).

«Este, coloca uma carga excessiva nos músculos da coluna lombar, produzindo assim uma curvatura exagerada que leva ao aparecimento de dores lombares. Para além disso, o uso de saltos altos é tambem prejudicial para os joelhos e para os pés», acrescenta a especialista.

«Podem ser mais elegantes, mas não devem ser usados por muito tempo, devendo ser alternados com saltos de altura adequada (entre dois a três centímetros). Se não pode passar sem eles, faça exercícios de alongamento aos músculos da barriga da perna, para evitar o encurtamento musculo-tendinoso provocado pelo uso crónico dos saltos altos», conclui.

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