Na Rota da Imaginação

Uma viagem sensorial de descobertas. Tão emocionais quanto gastronómicas.

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  • O sentido da vida numa ilha grega

    Há um ditado grego que diz: “Um urso com fome não dança.” E a mim, depois de um ano cheio de experiências menos boas, desde o fim de uma relação de muitos anos até ao ficar sem emprego, apetecia-me tudo menos dançar. Até que fui parar a Santorini.

  • Um nascer do sol em Veneza

    Estávamos a viajar num comboio há quase sete horas. Já não tínhamos posição, a tentar dormir num banco que era demasiado pequeno para os dois. E eu, frustrado por não conseguir dormir, só pensava: “Que raio de lua-de-mel fomos nós arranjar.”

  • O cheiro das memórias

    Ontem, quando cheguei a casa, estava a dar o filme “Casablanca” na televisão. Apesar de conhecer algumas cenas de cor, nunca tinha visto o filme por inteiro. Na verdade, nas minhas memórias, tenho bem presente a minha última viagem a Marrocos.

  • Aventuras num festival

    Partir em grupo, rumo às férias, é uma aventura que só pode melhorar se os primeiros dias tiverem logo como destino “aquele” festival. E esse verão foi realmente de loucos!

  • Como eu comecei a ser feliz aos 30 anos

    Sabem aquelas resoluções de Ano Novo que todos fazemos? Bem, ou quase todos... Eu cheguei aos 30 anos sem nunca ter pensado sequer fazer uma dessas listas. Deixar de fumar, fazer mais exercício, mudar de emprego, viajar mais, encontrar o amor da minha vida...

  • Uma descoberta no trabalho

    Éramos sempre uns 10 ou 12 a almoçar, em redor do balcão da copa. Trabalhávamos no mesmo local, mas não juntos. Explico melhor: cada um tinha a sua atividade enquanto freelancer, uns eram programadores, outros designers, fotógrafos, tradutores...

  • E o inesperado acontece

    Estávamos na primeira fila, agarrados às grades. A verdade é que ainda ontem não nos conhecíamos, mas há um sentimento qualquer que se gera quando seis desconhecidos passam horas sentados à frente de um palco para ver aquela banda. A melhor banda de sempre.

  • Rumo à hora prateada

    Há uma hora, a que costumo chamar a “hora prateada”, em que o meu maior prazer é pegar na bicicleta e vaguear um pouco pela cidade.

  • Cheiro a Oriente

    Reuniões de trabalho que se prolongam até à hora de jantar dão sempre nisto: eu, cheio de fome, e nem uma bolachinha na mala para enganar o estômago.