Glaucoma

Os comportamentos que (não) deve adotar para evitar esta doença ocular

O glaucoma é uma doença ocular traiçoeira que, se não for diagnosticada e tratada precocemente, pode cegar.

A adoção de um estilo de vida saudável e a observação periódica pelo oftalmologista podem reduzir o risco de vir a desenvolvê-la. Saiba como.

Surge de uma forma silenciosa por não apresentar sintomas iniciais e é responsável pela ocorrência de um número elevado de casos de perda da visão periférica (visão lateral).

O glaucoma atinge principalmente pessoas idosas mas pode surgir numa idade mais jovem caso haja uma história de doença na família e não tenha havido prevenção. Conheça melhor esta doença ocular, os seus fatores de risco, a sua forma de prevenção e o seu tratamento.

O que é o glaucoma?

O glaucoma mais prevalente é o crónico simples de ângulo aberto, que se caracteriza pela «destruição das células nervosas da retina e de fibras do nervo ótico resultante de uma isquemia (falta de irrigação) provocada nessas células, que provoca a sua morte, comprometendo a condução dos impulsos nervosos para o sistema nervoso central, com efeitos muito graves na visão», define Jorge Breda, chefe do Serviço de Oftalmologia do Hospital de S. João, no Porto.

«As imagens chegam ao olho mas não são recebidas nem interpretadas pelo sistema nervoso central devido à perda de função das células cujos axónios formam o nervo ótico», acrescenta. O especialista explica ainda que, geralmente, a doença não é percebida pelos doentes, porque a sua progressão é lenta, gerando no início somente uma perda da visão periférica (lateral).

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