A técnica israelita que estimula o cérebro contra a ansiedade

Um grupo de cientistas israelitas criou um dispositivo que, através de descargas magnéticas, produzem substâncias tranquilizantes. Saiba em que casos é utilizado.

Um dos novos tratamentos promissores vem de Israel. «O estimulador magnético transcraniano é um aparelho criado por um grupo de cientistas israelitas que realiza um conjunto de descargas magnéticas, sem anestesia, que produzem a estimulação de serotonina, dopamina, noradrenalina e glicina, substâncias associadas à ansiedade endógena», explica o psiquiatra Enrique Rojas.

Segundo o professor catedrático de psiquiatria e psicologia médica e autor do livro «SOS Ansiedade», publicado em Portugal pela Matéria-Prima Edições, «esta técnica é principalmente utilizada nos pacientes que não ultrapassam a ansiedade com os fármacos e psicoterapia». Uma situação, infelizmente, muito comum.

O lado positivo da ansiedade

É possível «enriquecer interiormente se os estados de ansiedade nos ajudarem a crescer como pessoas no sentido de nos provocarem uma curiosidade por aprender, por melhorar, por nos fazer perseguir uma maior riqueza intelectual, por nos tornar mais produtivos e competentes», refere ainda o especialista.

Ponha em prática quando a ansiedade acontece:

No livro «SOS Ansiedade», Enrique Rojas propõe exercícios que ensinam a dar a devida importância aos acontecimentos que nos rodeiam:

- Avalie os acontecimentos com uma visão ampla

Assim será capaz de ir além do episódio negativo, do momento ou da circunstância. Para isso, é necessário utilizar bem os sentimentos, emoções, paixões e os instrumentos da razão, como a lógica, evitando a paixão excessiva ou reação brusca que se afasta do que deve ser normal.

- Desdramatize

Evite converter um problema real num drama. Muitas vezes, isso acontece pela rapidez e/ou surpresa dos acontecimentos.

- Reaja de forma proporcional ao acontecimento

É uma aprendizagem inserida na experiência de vida, um saber acumulado que tem enorme importância.

Veja na página seguinte: Os três tipos de ansiedade mais comuns

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