Roséola: como esta afeta os bebés

Saiba mais acerca desta doença, que é caracterizada como "a febre dos 3 dias", e onde as temperaturas podem atingir os 38 a 42 graus, nas crianças.

Conhecida como a "febre dos 3 dias" ou até mesmo a "sexta doença", a roséola é nada mais nada menos, do que uma doença infeciosa que provoca febres altas e borbulhas em bebés dos seis aos vinte e quatro meses. Embora deixe a maior parte dos pais alarmados, esta não é uma doença grave e raramente traz consigo situações, em que seja necessário um tratamento específico. A roséola surge de forma repentina, com manchas na pele e febres que rondam os trinta e oito e os quarenta e dois graus e que geralmente se prolongam entre três a quatro dias. Da mesma forma que surge, é da mesma forma que desaparece e com ela leva também as manchas, que se costumam espalhar pelas costas, tronco e em alguns casos, no rosto e pescoço.

Causas e prevenção:
A roséola é basicamente causada pelo vírus herpes humano do tipo 6 e 7, sendo que a sua transmissão é feita por espirros, tosse e saliva. Geralmente esta doença manifesta-se mais em creches, porque os bebés tem o hábito de colocar tudo na boca e depois partilhar os brinquedos uns com os outros. Para tentar evitar esta doença, é fundamental que tenha bons hábitos de higiene, deve limpar os brinquedos com álcool em gel ou até mesmo com água e sabonete, e claro evitar o contacto com crianças que estejam a manifestar a doença.

Diagnóstico:
O surgimento da roséola, dá-se com o aparecimento de pequenas manchas vermelhas, que podem ser lisas ou ter algum relevo. Geralmente estas não causam nenhum  tipo de incómodo à criança e claro acabam por desaparecer, assim que a febre terminar. Além destas, podem existir outro tipo de sintomas, mas muito raros, como é o caso de dores de garganta, irritação, diarreia e também falta de apetite.

Tratamento:
Não existe um tratamento especifico para combater esta doença e por isso, é fundamental a ajuda do pediatra nesta situação. O repouso é sem dúvida garantido, assim como mantê-lo em casa e também a ingestão de água, para que não exista nenhuma desidratação. Como os adultos são imunes a este tipo de doença, não existe problema nenhum em ficar com o seu filho durante esta fase.

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