Os jardins favoritos de Ana Maria Lory

A presidente da associação dos amigos do Jardim Botânico da Ajuda justifica as suas escolhas

No primeiro mandato à frente dos destinos da Associação dos Amigos do
Jardim Botânico da Ajuda, Ana Maria Lory declara ser este o jardim português
que actualmente mais gosta.

No estrangeiro, a sua preferência vai para
o Real Jardim Botânico de Edimburgo, na Escócia. Nas tarefas de jardinagem nunca se separa
do sacho nem da sua tesoura de poda. Entrevista exclusiva!

Qual o jardim
público que mais gosta
em Portugal?

Em criança, o
Parque Eduardo VII, em adolescente
a Estufa Fria. Em adulta activa,
os jardins da Fundação Calouste
Gulbenkian e o Jardim da Estrela,
finalmente. Em adulta reformada,
o Jardim Botânico da Ajuda.

Porquê? Costuma
visitá-los?

O Parque Eduardo VII,
a Estufa Fria, os Jardins da
Fundação Calouste Gulbenkian
e o Jardim da Estrela, sim. Eram os que mais visitava por
estarem muito próximos de
minha casa.

No estrangeiro,
qual o jardim que visitou
ultimamente que a
tenha impressionado?

O Real Jardim
Botânico de Edimburgo.

Qual a ferramenta
que mais utiliza quando
está a jardinar?

O sacho e a tesoura
de poda.

Costuma frequentar
hortos ou centros de
jardinagem? Quais?

Pouco, mas sempre
próximo de Lagos, onde tenho
um jardim rústico, numa quinta
à beira-mar.

Qual o melhor
presente que recebeu
recentemente relacionado
com jardins?

Um livro da Royal
Horticultural Society, a
Encyclopedia of Gardening.

E o que ofereceu?

Um livro sobre o jardim
mediterrânico.

Quais os sites de
jardinagem que consulta
frequentemente?

Não consulto nenhum
com frequência.

Qual a próxima
aquisição para o seu jardim?

Um sistema de rega
gota-a-gota.

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