A pergunta é simples: Sabe onde gasta o seu dinheiro?

Nas nossas formações costumamos iniciar o tema de Orçamento Familiar questionando os formandos sobre os seus hábitos de controlo do seu dinheiro.

Pode parecer algo simples, mas o certo é que uma parte importante dos problemas financeiros familiares é originada pela falta de controlo sobre o dinheiro. Nunca lhe aconteceu chegar a meio do mês e perguntar-se “onde foi o meu dinheiro?”. Se tal nunca aconteceu, os nossos parabéns pois faz parte da pequena porção de portugueses que faz um orçamento e que sabe onde gasta o seu dinheiro.

No momento em que nos pedem para continuar a apertar o cinto (será que é possível poupar?) temos de construir o nosso orçamento familiar. Neste contexto, falaremos de seguida de algumas ideias que o podem ajudar a construir o seu orçamento e de uma ferramenta que torna o seu trabalho fácil, rápido e de forma intuitiva.

Consulta de Saldos:

Tendemos a utilizar as caixas MultiBanco com grande regularidade. Seja para fazer pagamentos, levantamentos ou simplesmente para fazer consultas. Como sabe, a caixa dá-lhe a possibilidade de pedir um talão sempre que faz um levantamento. Neste caso, sugerimos sempre que consulte o seu saldo. Com o tempo, irá ganhar maior sensibilidade aos movimentos e em caso de dúvida poderá sempre fazer a consulta de movimentos de conta – algo que também pode fazer periodicamente. Possivelmente irá encontrar despesas indesejadas ou mesmo movimentos suspeitos.

Peça sempre faturas:

Um outro hábito que deverá conquistar com o tempo passa por pedir sempre as faturas ou dos talões de compra. Ao fazê-lo estará a contribuir para uma maior justiça fiscal, poderá utilizar essas despesas e deduzir no IRS bem como estará em condições de construir o seu orçamento. Saberá onde está a gastar o seu dinheiro e poderá estruturar um plano de corte de custos.

Invista 10 minutos do seu tempo!

Uma última ideia passa por ocupar 10 minutos do seu tempo, todas as semanas, na construção e interpretação do seu orçamento familiar. Deverá fazer um acompanhamento regular das suas receitas e das suas despesas. Perceber os desvios face aos valores esperados. Questionar-se da lógica de determinada despesa. E iniciar um plano de corte de custos, sempre consciente de que para cortarmos custos temos de saber o que estamos a pagar, porque estamos a pagar e quais as nossas reais necessidades. Por exemplo, poderá facilmente acabar com algumas comissões bancárias que paga atualmente.

Um Software que o ajuda:

Por último, se não tem paciência nem tempo para ocupar na alimentação do seu orçamento familiar, é importante conhecer ferramentas que o ajudam a construir o seu orçamento de forma rápida, fácil e intuitiva. O Dr. Finanças é adepto do Boonzi, um software de gestão de finanças pessoais feito por portugueses e a pensar nos portugueses. Esta ferramenta permite-lhe importar os seus extratos do portal dos seus bancos (é possível ter várias contas distintas) de forma imediata.

Depois de algumas parametrizações o software faz uma parte importante do trabalho por si. Classifica as despesas por categorias, faz relatórios de evolução e de desvios e permite-lhe estudar ao pormenor todas as suas despesas. Não acredita? Experimente sem qualquer custo aqui.

João Morais Barbosa

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