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As melhores opções alimentares adaptadas às necessidades nutricionais dos mais velhos

À medida que envelhecemos o organismo sofre alterações fisiológicas que afetam a forma como nos alimentamos. Ao mesmo tempo que surgem modificações sensoriais.

A diminuição do olfato e do paladar interferem com o apetite e a diminuição da visão dificulta a preparação dos alimentos. Já as alterações da função gástrica tornam a digestão mais lenta e a menor sensibilidade dos recetores da sede podem levar à desidratação.

Como todas estas mudanças são inerentes ao processo de envelhecimento, não há motivo para alarme. Mas, como é essencial manter uma alimentação saudável e evitar carências nutricionais. O nutricionista Alexandre Fernandes
ajuda-nos a adaptar a forma como nos alimentamos ao novo funcionamento do organismo.

As exigências calóricas dos seniores dependem de fatores como o sexo, a idade e as patologias existentes, mas como refere Alexandre Fernandes, nutricionista, «normalmente e, salvo raras exceções, as exigências calóricas dos seniores são inferiores às das restantes fases da vida devido à redução da atividade física e à diminuição do metabolismo basal». No entanto, as necessidades nutricionais permanecem as mesmas e, portanto, o desafio é conseguir manter uma alimentação variada, rica em vitaminas e minerais, mas menos calórica.

Hidratos de carbono

O consumo diário de hidratos de carbono deve representar entre 50 a 60 por cento do valor calórico diário do idoso. Prefira os hidratos de carbono complexos (batata, pão, arroz e massa integrais, leguminosas), os quais oferecem uma variedade de nutrientes como sais minerais, vitaminas e fibras, em detrimento dos hidratos de carbono simples, como o açúcar e outros doces, que fornecem somente energia.

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