Alergias alimentares na infância

Aprenda a detetá-las e a defender o seu filho

Pensemos no organismo humano como se fosse um país. Formado por milhões de células, habitado por dezenas de órgãos, visitado diariamente por forasteiros de todo o tipo como o ar, o pó, os sons, os cheiros e os sabores. E protegido pelo sistema imunitário, um sistema de defesa sempre pronto a reagir a uma eventual ameaça.

Uma pessoa com alergia é um país cujo sistema de defesa tem problemas em distinguir os forasteiros amigos dos que são perigosos.

Como tal, ao ser visitado por algumas substâncias estranhas inofensivas, reage defensivamente, criando uma reação alérgica. Em Portugal, oito por cento das crianças sofrem de alergias alimentares. Para os sistemas imunitários destes organismos em início de desenvolvimento, alguns alimentos são inimigos a abater, apesar de fornecerem nutrientes indispensáveis ao seu crescimento equilibrado.

Quais os forasteiros a que deve estar mais atento? Como minimizar o risco de uma reação alérgica? O que fazer se ela chegar a acontecer? Se é pai ou familiar de uma destas crianças, saiba que, na maioria dos casos, as alergias alimentares desaparecem com o crescimento. Mas até lá, siga os nossos conselhos e aprenda a lidar com os problemas decorrentes dos erros de leitura do sistema imunitário.

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