A pasta de dentes ideal

Descubra qual o dentífrico mais indicado para si

A oferta de pastas de dentes no mercado é tão vasta que na hora de escolher o que levar para casa podem surgir vários motivos de indecisão. Menta ou morango? Branqueadora ou anticáries? Será que a mais barata é igualmente eficaz? Qual a mais indicada para mim?

João Caramês, médico dentista, responde a estas e outras dúvidas. Mas saiba, desde já, que «a pasta de dentes ideal não existe. Existe, sim, a mais ajustada a cada fase da vida, à condição da saúde oral e ao seu gosto pessoal», refere.

Para além disso, deve atentar na máxima menos é mais. A utilização de quantidades exageradas tem como consequência, «além de desperdício, o desgaste excessivo do esmalte dentário, que pode sofrer com a abrasão provocada», sublinha ainda o especialista.

Aspetos a ter em conta:

- Sabor

Proporciona uma sensação de boca fresca, mas não interfere na eficácia da fórmula. Escolha o que mais lhe agradar.

- Procure no rótulo

A quantidade de flúor presente no dentífrico determina a sua eficácia na prevenção de cáries. As pastas para crianças até aos seis anos devem conter 1000 a 1500 ppm (partes por milhão) de flúor; a partir dessa idade, devem apresentar uma concentração de 1500 ppm.

- Textura

Quer seja em gel, líquida ou em pasta, a textura não compromete a eficácia do dentífrico. A textura em gel é, contudo, mais utilizada em fórmulas para dentes sensíveis, uma vez que apresenta maior aderência ao esmalte dentário, contendo menos detergente.

- Ingredientes-chave

O fluoreto de sódio, o nitrato e o citrato de potássio e o cloreto de estrôncio são usados em dentífricos que combatem a sensibilidade dentária. O diclonato de clorohexidina ou o cloreto de cetilpiridínio são usados em fórmulas recomendadas em caso de inflamação gengival.

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