A determinação do desenvolvimento do cancro

A metastização e a classificação dos cinco estádios tumorais, após o diagnóstico de cancro da mama

O estadiamento consiste na determinação do desenvolvimento do tumor, não só no local da sua origem, como à distância, ou seja, à sua possível metastização.

A metastização corresponde, consequentemente, à fixação de células tumorais que entraram na circulação sanguínea e/ou linfática, em locais distintos daquele em que o tumor se originou.

Com este objectivo, depois de ter o diagnóstico de cancro, o médico pede uma série de exames como o raio X ou a tomografia axial computorizada do tórax , para a determinação de possível metastização pulmonar.

Pede ainda a cintigrafia óssea e a ecografia hepática, para avaliação de possível disseminação aos ossos e ao fígado. São ainda realizadas análises de sangue com o mesmo objectivo. Os marcadores tumorais servem apenas para monitorizar a resposta à terapêutica nas doentes com metástases.

Os locais de metastização mais frequentes são os gânglios linfáticos, os ossos – principalmente a coluna vertebral, a bacia e a porção proximal (superior) dos fémures (ossos da coxa) –, o fígado, os pulmões e o cérebro.

Tendo como base o tamanho do tumor e a existência ou não de metástases a nível dos gânglios linfáticos e em órgãos distantes como os ossos, o fígado, etc., o tumor pode ser classificado em um de cinco estadios, conforme a classificação TNM, em que o T se refere ao tamanho do tumor, o N aos gânglios linfáticos e o M às metástases à distância.

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