10 cuidados para viver livre da alergia ao pólen

Prevenir e controlar a alergia ao pólen está ao alcance de alguns cuidados. Fique a conhecê-los.

Os pólenes são invisíveis a olho nu, mas incomodam muitas pessoas. Semelhantes a um grão de pó, os grãos de pólen, diferentes no peso e tamanho consoante as plantas que os produzem, são necessários para que as plantas se reproduzam.

Ao serem transportados pelo ar, podem entrar em contacto com o organismo humano e, dada a sua minúscula dimensão, facilmente penetram nas vias respiratórias ou se colam à pele, desencadeando, nas pessoas suscetíveis, sintomas característicos de alergia.

O que talvez não saiba é que é possível ser-se alérgico a mais do que um tipo de pólen.

Pólenes à distância

Caso não consiga evitar por completo a exposição ao pólen, é importante estar informado sobre os tipos e as quantidades de pólen, em cada dia e cada região do país está disponível no Boletim Polínico. Este boletim, da responsabilidade da Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica e está acessível em www.rpaerobiologia.com e é divulgada nos meios de comunicação.

É possível adotar alguns cuidados que melhoram a qualidade de vida e, mesmo tendo alergia, aprender a viver com eles.

1. Saiba quais os pólenes lhe causam alergia e a época de polinização das plantas que os produzem;
2. Evite andar ao ar livre nos dias quentes e ventosos e nas horas de maior concentração polínica;
3. Mude de roupa ao chegar a casa, tome banho e lave a cabeça antes de deitar para que não fiquem resíduos na cama ou almofada;
4. Mantenha as janelas e portas fechadas;
5. Viaje com as janelas do carro fechadas, preferindo o ar condicionado com filtro para pólenes;
6. Use proteção para o rosto (olhos, nariz e boca) se viajar de mota;
7. Use óculos escuros;
8. Não seque roupa ao ar livre, para evitar que os grãos de pólen se fixem à roupa;
9. Não corte relva;
10. Evite os desportos de exterior e o campismo nos períodos de polinização.

Durante o período de polinização a quantidade de pólenes no ar varia: aumenta com o calor, em especial dias secos e com sol, e diminui com a chuva e o frio. E mesmo ao longo do dia há diferenças: pela manhã as plantas emitem o pólen, e ao cair da tarde, a diminuição da temperatura faz os pólenes descerem até ao nível do solo. Dias quentes, secos e com ventos têm maior quantidade de pólenes no ar durante todo o dia.

Soltam-se os espirros…

Ao entrarem nas vias respiratórias promovem a produção de anticorpos pelo organismo e podem dar origem a sintomas de rinite ou conjuntivite alérgica ou até mesmo de asma.

Os espirros são o sintoma mais evidente das alergias, mas não o único, podendo a alergia assumir diversas formas:

• Nariz entupido ou a pingar
• Comichão no nariz e céu da boca
• Irritação na garganta
• Olhos vermelhos e inchados com lacrimejo, comichão, sensação de corpo estranho e sensibilidade aumentada à luz.
• Tosse seca
• Pieira
• Dificuldade em respirar

Podem ainda surgir manifestações a nível cutâneo, nomeadamente:

• Eczema – comichão na pele e pequenas manchas vermelhas, bolhas com líquido e eventualmente descamação mais tarde.
• Urticária – lesões vermelhas em relevo, com comichão

Controlar a reação alérgica aos pólenes implica, muitas vezes, tratar com medicamentos específicos. Se, na primavera, ocorrem manifestações de alergia aos pólenes, procure aconselhamento profissional.

Saiba mais no site das Farmácias Portuguesas

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