Ana Amorim Dias

  • A arte de viver

    Será a arte a derradeira sublimação da liberdade humana?

  • O sangue frio do sangue quente

    À medida que os anos vão passando por nós, e a sabedoria vai aumentando, a temperatura do sangue desce

  • Como um samurai

    Creio que já não é a primeira vez que narro este episódio, mas hoje preciso dele de novo

  • Tu conheces-me tão bem!

    Todas as mães conhecem melhor que ninguém os seus filhos

  • "Olho Ubíquo"

    A imortalidade é ganha por quem sabe deixar a sua marca

  • Inesperados

    O inesperado ensina-nos muito e torna-nos mais humildes e sábios

  • All we need is love

    Perguntei-me quantas manifestações de amor já recebi sem saber

  • Boémios silêncios

    Partilhar momentos de boémia intelectual é o pináculo da revitalização artística

  • Uma vida mais feliz

    Não há dinheiro que pague uma vida mais feliz

  • Amar e deixar viver

    E proporcionar um apoio feliz a cada nova partida

  • Eponímia

    Fiquei encantada com a experiência de estar a alargar o meu léxico devido à curiosidade do catraio

  • O dia das quatro cidades

    Talvez haja algo mais profundo em cada um de nós que nos ritma o compasso dos dias

  • Fora da caixa

    Existir fora da caixa é existir no plano da própria essência, do que há de mais intrínseco em nós.

  • Como funciona

    E se tivesses que explicar como funciona o Mundo?

  • Viagem ao centro dos mundos

    Para onde se fazem, afinal, as maiores viagens?

  • Memória externa

    Nos dias que correm, quando perdemos a memória externa, sentimo-nos lobotomizados, profanados de grande parte da nossa identidade, reféns de uma existência que ficou, mais do que coxa, amputada.

  • Sobre energia e géneros

    Entristece-me profundamente que haja mulheres tão revoltadas contra os homens

  • Comoventes angústias

    A tua angústia é uma coisa maravilhosa, é a garantia de que estás pronta

  • Como se ensina a humildade?

    Que lições terei que dar aos únicos dois seres pelos quais sou responsável para que aprendam a nobreza de apenas se orgulharem pelo que eles próprios são?

  • Cebola da eternidade

    Quando comento, às vezes, que gosto de picar cebola, as pessoas ficam a olhar para mim com aquele ar de: "Eu sabia que não regulas bem, mas isto já passa das marcas..."

  • Equipas perfeitas

    Podemos fazer equipa com desconhecidos

  • Tanque de guerra e asas de anjo

    Gosto de estar casada com um homem que sabe que sou um tanque de guerra

  • Perfeição e sabor

    Não é a aparência perfeita que confere o sabor a nada

  • Deusas

    Fiquei feliz por não conseguir encontrar qualquer ponta de inveja naquelas palavras.

  • A vida em saldos

    A vida não tem época de saldos

  • De luz e escuridão

    Quantas pessoas vivem na escuridão mesmo em plena luz do dia?

  • O heróico ato de ensinar

    Ensinar é a apoteose do heroísmo

  • Viagens no tempo

    Estava a ver fotografias na net e parei perante a silhueta do gigante

  • Enquanto varria o chão

    Reflexões sobre a liberdade

  • Bateria da vitória

    E agora? Onde está a bateria?

  • Porto inseguro

    No fundo considero os portos muito seguros os mais inseguros de todos

  • Recomeçar é viver

    Não sei se alguma vez vou gostar de domingos

  • O Ferrari do meu filho

    Conversa entre mãe e filho

  • Ainda o Dia da Mãe

    Ser mãe é ser sublime. Sublime e feliz nesta missão de amar eternamente

  • A equação do amor

    Como ver o amor de diferentes perspetivas

  • Manzanilla y Sevillanas

    Cento e trinta quilómetros de caminho e chego a outro planeta

  • Os corações tratam-se por tu

    Assim que liguei o facebook para publicar a crónica, vi que tinha várias mensagens

  • Eric Lobo

    Ora então vamos lá desvendar o segredo. Ando há mais de dois anos a querer escrever uma biografia

  • Agents provocateurs

    Sustentar a classe e o charme com roupas que revelam demais as carnes é uma arte que não está ao alcance de todas

  • Fazer-te crescer

    A escrita não é o destino, é o caminho

  • Rocio

    Deambulámos os quatro um pouco por todo o Rocio, cada um de nós entendendo à sua maneira o fenómeno que estavamos pela primeira vez a viver

  • Que nunca me faltem as pernas!

    Desconheço a razão pela qual encaro este aniversário como um portal de acesso a uma nova realidade