Violência no namoro: sinais de alerta

A violência no namoro não é um fenómeno raro (facto que vários estudos comprovam). É alta a probabilidade de jovens serem ou se tornarem agressores ou vítimas de violência no namoro.

Há diferentes formas de nos posicionarmos face à violência nas relações amorosas. Podemos tê-la debaixo dos nossos olhos e evitar vê-la, negar a sua existência, considerá-la rara, episódica e irrelevante ou até legitimá-la. Podemos também preveni-la e combatê-la.

 

De acordo com a Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV), a violência no namoro pode ser definida como um ato de violência, pontual ou contínua, cometida por um dos namorados (ou ambos), com o objetivo de controlar, dominar e ter mais poder do que a outra pessoa envolvida na relação.

 

A violência no namoro não olha a géneros, sendo que tanto há vítimas femininas como masculinas, tal como há agressores masculinos e femininos.

 

A violência no namoro tem um impacto muito destrutivo sobre as vítimas, independentemente do tipo de violência que é exercido. Há formas de violência que passam despercebidas, que são socialmente aceites e não vistas como tal. É frequente a banalização e até a romantização de alguns atos violentos.

 

Existem diferentes formas de violência no namoro e podem acontecer diferentes formas de violência na mesma relação de namoro. Por exemplo, as agressões verbais podem ocorrer antes de uma agressão física.

 

Todas as formas de violência no namoro têm um objetivo comum: magoar, humilhar, controlar e assustar.

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