Mais de 565 mil alunos aprenderam a comer e viver melhor com a 14ª edição do programa educativo «Apetece-me»

Direção-Geral da Educação e Nestlé Portugal juntas na promoção de estilos de vida saudáveis.

Um total de 565.230 alunos, entre os 4 e os 15 anos de idade, aprenderam neste último ano letivo a comer melhor para viver melhor com o programa educativo Apetece-me, uma iniciativa da Nestlé Portugal em parceria com a Direção-Geral da Educação – Ministério da Educação e Ciência que, desde 1999, tem vindo a apoiar o ensino de hábitos alimentares e estilos de vida saudáveis aos alunos de todo o país.

 

Alimentação, nutrição, saúde, atividade física e bem-estar são alguns dos temas em destaque neste programa que, ao longo dos seus 14 anos de existência, tem evolvido anualmente cerca de 500 mil alunos. No ano letivo de 2012-13, o Apetece-me chegou a um número recorde de estudantes: 552.450 alunos do ensino básico e 12.780 do ensino pré-escolar, de 1458 estabelecimentos de ensino. Refira-se que nos anos letivos de 2011-12 e 2010-11 abrangera, respetivamente, perto de 520 mil e 510 mil alunos.

 

«Como uma empresa que tem a nutrição e a alimentação na base da sua atividade, na Nestlé estamos conscientes da importância de criar, desde cedo, hábitos alimentares e estilos de vida que possibilitem às novas gerações uma melhor saúde e bem-estar», refere Ana Leonor Perdigão, nutricionista da Nestlé Portugal e responsável técnica pelo programa educativo Apetece-me, acrescentando que a iniciativa «quer contribuir para inverter os preocupantes números e factos sobre a alimentação e a obesidade infantil, que ainda persistem em Portugal».

 

O programa assenta, aliás, numa metodologia da Organização Mundial de Saúde, que considera a obesidade como um dos mais graves problemas globais de saúde pública. Recorde-se que, segundo os dados do projeto COSI Portugal , mais de 30 por cento das crianças portuguesas têm excesso de peso ou obesidade e que um estudo recente da Sociedade Portuguesa de Ciências da Nutrição e Alimentação continua a relevar que as crianças comem mal, em demasia e falham refeições essenciais, como o pequeno-almoço.

 

Comentários