Proteja o seu filho do sol

Todos os cuidados para que os dias de calor à beira-mar deixem apenas boas recordações

A pele das crianças é mais fina e delicada do que a tez de um adulto. Tem, na verdade, uma menor capacidade de produzir melanina, a substância que produz a pigmentação e é responsável pela protecção natural do nosso organismo contra os raios solares.

 

Por isso bronzeia-se menos, com mais dificuldade. Os cuidados a ter com a exposição solar devem assim ser redobrados face à proteção de um adulto. Para saber mais sobre os cuidados a ter na praia, clique aqui.

 

Raios perigosos


Os raios ultravioleta UVA e UVB não são totalmente absorvidos pela camada do ozono. Os que atingem as crianças, ainda com uma pele vulnerável, podem ter consequências graves para a sua saúde a longo prazo. Aliás, é logo na infância que começa a contar o relógio biológico em termos do número de escaldões que o indivíduo apanhou ou vai apanhar e que o torna mais susceptível a vir a desenvolver um melanoma.

 

A quantidade de raios ultravioleta é maior no verão do que no inverno, devido à latitude e forma como incidem sobre a terra. São também mais intensos a meio do dia do que logo pela manhã ou à tarde. Na prática, a avaliação da intensidade dos raios ultravioleta é possível graças a um indicador, o índice ultravioleta que assenta numa escala entre 0 e 12.

 

Em Portugal, durante o verão, o índice varia consoante as regiões do pais, entre 4 (risco moderado) e 9 (risco muito alto). Assim, no que toca à prevenção é também importante ter em conta o grau de radiação, cuja informação pode ser encontrada no site do Instituto de Meteorologia.

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