Helena Roerich

Escritora russa, fundou a sociedade Agni Yoga e destacou-se pela coragem e pelas suas reflexões de natureza espiritual



Os artistas, objectivadores do Real, libertadores da tristeza e da dor, construtores da alegria que alenta e renova, devem ser considerados como verdadeiros patronos da Nova Idade...

Ao estabelecerem a ponte sensível entre o mundo interno de beleza, de significados, valores e ideias, e o mundo das formas externas, eles vivem uma estreita relação com as características e virtualidades do 7º Raio, que governa a Era recém-iniciada. Estão também intimamente ligados ao 4º Raio (da harmonia por conflito), que governa o Reino Humano como um todo (visto ser esse o 4º Reino da Natureza no arco ascendente). Assim, dentro destas tónicas energéticas e qualitativas, a eles deve caber importante contributo no advento do Homem Novo." - As Novas Escrituras, Vol. IV, C.L.U.C., 1996 (1ª ed.), 2000 (2ª ed.)

Helena Roerich


Helena Roerich, tal como a velha Helena (não a de Tróia, mas a do mundo, a pioneira e grande Blavatsky), nasceu naquelas longínquas e geladas terras da Rússia, a 13 de Fevereiro de 1879 e, tal como a sua terra, foi uma mistura: de Ocidente e Oriente, de cheiros asiáticos e cores gregas. Esta franzina Helena, de olhos grandes e negros, ousou, como Prometeu, roubar o fogo aos deuses, e queimar, numa aspiração ardente, o mundo dos homens.

Filha de um arquitecto proeminente, o Arquiduque Chapochnikov, era extraordinariamente sensitiva e adoecia frequentemente. Quando enferma, apareciam-lhe dois homens muito altos (os Mestres M. e K. H. ?), que a auxiliavam.

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