Para ser feliz é preciso agir

Não cruze os braços, passe à acção!

Sim, somos um, somos todos parte de um todo que nos congrega, abraça, impulsiona para frente e para o alto. Nossa natureza e origem divina fazem com que a estrutura de personalidade, a base sobre a qual nossa vida é manifestada, experienciada no bem e no mal, seja a mesma para todos, na vibração do Amor Incondicional. A existência, que é luz e beleza, nos apresenta infinitas situações de aprendizado, de crescimento, de bem-aventurança, de realização... tudo conspira para tal, é nosso desígnio -mais cedo ou mais tarde-, chegarmos à destinação final de nossa viagem aqui na Terra, transpondo com sucesso a intensa jornada que se iniciou num ato de amor de nossos pais.

As várias fases, as etapas obrigatórias, se sucedem com o decorrer do tempo; estudamos, aprendemos a nos relacionar, a conviver no meio, caminhamos ou corremos... pausamos por vezes para reflexão, recomeçamos a marcha e achamos que vencemos o desafio principal: evoluir como ser humano engajado e consciente.
No entanto, mesmo com tanto pensamento positivo, atitudes corretas e amorosas, busca permanente de desenvolvimento, precisamos lembrar de que ainda existe em nosso ser algo traiçoeiro à espreita: a nossa sombra.

Destrutivo e nocivo.

É ilusão pensar que nosso lado irracional, escondido em nossa psique, desapareça como que por encanto, num passe de mágica, somente por acharmos que já somos donos de nossa vida, de nosso destino, que passamos finalmente de fase. Ela está lá dentro hibernando, aguardando que situações de conflito, frustrações e culpas acordem o ser ainda primitivo que habita em nós.

Para que esta força detone nossa calma, nossa harmonia, pode bastar uma fechada no trânsito, uma demora em receber um serviço, uma pane no provedor de banda larga, um `não´ quando esperávamos um `sim´... ou é suficiente lembrar do desmando, da corrupção e da injustiça de quem supostamente nos governa... em suma, existe uma enorme quantidade de fatores externos sobre os quais, aparentemente, não temos controle.

Veja na próxima página a continuação do artigo.

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