Síndrome do olho seco atinge cerca de 20% dos portugueses

Esta patologia é um problema comum entre os adultos, tendo maior incidência após a época balnear.

De acordo com a Sociedade Portuguesa de Oftalmologia (SPO), cerca de 20% da população adulta portuguesa sofre da síndrome do olho seco, caracterizada por uma anomalia nas glândulas lacrimais que impedem a produção adequada e desejada das lágrimas.

Segundo os especialistas, é necessário ter cuidados redobrados no mês de setembro. Com o regresso ao trabalho e ao ambiente de escritório,  os sintomas do olho seco tendem a desenvolver-se com maior facilidade. Recorde-se que a exposição a ambientes com ar condicionado, esforços visuais prolongados ou uso excessivo de gadgets (computador, tablets ou telemóvel), associados ao período pós-balnear, são alguns dos fatores que agravam os sintomas do olho seco.

Irritação ocular, ardor, sensação de secura, desconforto e vermelhidão são alguns dos sintomas associados a esta doença, que caso não seja tratada devidamente pode provocar lesões irreversíveis, como é o caso da cegueira.

Para prevenir a síndrome do olho seco, vários especialistas recomendam a adoção de um estilo de vida saudável (através da ingestão de antioxidantes e ácidos gordos). É recomendada também a ingestão de dois litros de água por dia, por forma a manter a hidratação corporal e ocular.

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