Largada de 1.500 balões na Universidade de Coimbra alerta para o cancro da mama

Estavam previstas largadas de balões também em Lisboa, Porto, Funchal e Angra do Heroísmo
30 de outubro de 2013 - 14h51



Uma largada de 1.500 balões do Pátio das Escolas da Universidade de Coimbra (UC) assinalou hoje, às 12:00, naquela cidade, o Dia Nacional de Prevenção do Cancro da Mama.



A ação, promovida pela Liga Portuguesa Contra o Cancro (LPCC), integra-se na iniciativa “Um balão, uma vida”, que consistiu no lançamento em simultâneo de cinco mil balões cor-de-rosa, em cinco cidades do país, para alertar para os cinco mil casos de cancro da mama que surgem anualmente em Portugal.



O milhar e meio de balões lançados em Coimbra “correspondem, de algum modo, aos cerca de 1.500 casos de cancro da mama” que surgem por ano na região Centro, referiu o reitor da UC, João Gabriel Silva.



A UC associou-se, por vários motivos e “com muita satisfação”, à iniciativa da LPCC, mas também porque a ação “tem uma função similar à da Universidade, que é essencialmente transmitir conhecimento”, sustentou o reitor.



Sublinhando a necessidade de prevenir e a importância de a doença ser detetada precocemente, Maria de Lurdes Palaio, da direção do Núcleo Regional do Centro (NRC) da LPCC e coordenadora Regional do Movimento Vencer e Viver, apelou às mulheres para fazerem periodicamente o rastreio do candor da mama.



“Pretende-se chamar a atenção de toda a cidade”, incluindo a comunidade universitária, disse, aos jornalistas, Vítor Rodrigues, da direção do NRC da LPCC.



Este “momento simbólico de grande impacto visual” visa contribuir para passar a mensagem de que cinco mil novos casos de cancro da mamam em cada ano é um número avassalador, mas cujo “impacto pode ser menorizado”, já que, com a deteção precoce, a probabilidade do tratamento ser eficaz e bem-sucedido é muito mais elevada, salientou aquele responsável.



Além de Coimbra, estavam previstas, para a mesma hora, largadas de balões em Lisboa, Porto, Funchal e Angra do Heroísmo.



Lusa
artigo do parceiro: Nuno Noronha

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