O elogio da comida lenta

O movimento Slow Food está de parabéns. Não porque faz anos, mas porque o termo entrou definitivamente para o léxico do Oxford English Dictionary.

A 100ª edição do Oxford English Dictionary tem três novas entradas: “Cyberbullying” (o uso de comunicações eletrónicas para assediar alguém); “Denialist” (alguém que se recusa a admitir a verdade) e “Slow food” (alimentos produzidos ou preparados com vagar, de acordo com as tradições culinárias locais”.
Hoje em dia o Slow Food reúne, em todo o mundo, mais de 100 000 membros organizados em 1300 “convivia”, agrupamentos locais que promovem os valores da organização. Conta também com uma rede de 2000 comunidades de produtores, que praticam uma agricultura sustentável e de qualidade em pequena escala.
É uma organização popular global, com fins não lucrativos, fundada em 1989 para contrariar o crescimento do fast food, o desaparecimento das tradições alimentares regionais e o desinteresse das pessoas em relação àquilo que comem.
Em Portugal existem quatro “convivia”, no Minho, Ribatejo, Alentejo e Algarve.

 

*Este artigo foi escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico.

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