Onde está o melhor pastel de bacalhau de Cascais?

A qualidade dos ingredientes, o sabor, a textura e a fritura valeram ao pastel de bacalhau da pastelaria Helimar, em Carcavelos, o título do “Melhor Pastel de Bacalhau”.

Esta foi a opinião do júri que integrou figuras como Vitor Sobral, Maria Lurdes Modesto, o chefe de cozinha japonês Tomoaki Kanazawa e que, a 27 de abril, declarou a pastelaria Helimar (Avenida Maria Conceição Lote 8-r/c-E - Carcavelos) a vencedora do concurso integrado na “Semana do Pastel de Bacalhau de Cascais”.

À prova estavam alguns fatores determinantes para um bom pastel, como os ingredientes, sabor, a textura e, finalmente, a fritura. O segundo lugar neste concurso coube à pastelaria/ restaurante “Paulinha”, em Cascais. Já o terceiro lugar foi atribuído a “O Páteo da Dulce”, em Alcabideche.

O vencedor vai agora receber 2500 euros em produtos à escolha de entre equipamentos de cozinha ou sala; formação profissional; reformulação da imagem institucional e respetivas aplicações; impressões de cartões e cartas de restaurante; ou produtos alimentares.

O concurso “O Melhor Pastel de Bacalhau de Cascais” encerrou a “Semana do Pastel de Bacalhau” promovida pela Câmara Municipal de Cascais entre os dias 21 a 27 de abril.

Com a parceria da Escola de Hotelaria e Turismo do Estoril, a iniciativa visou promover um dos produtos gastronómicos mais enraizados na cultura portuguesa e dinamizar o comércio local nas seis freguesias do concelho.

A Semana do Bacalhau integrou ainda um Mercado Fora de Horas (Mercado da Vila de Cascais), com prova de pastéis de bacalhau, mas também de vinhos, workshops e outros desafios, sem esquecer a música.

Na harmonização do pastel de bacalhau com vinhos, em prova cega, o vinho vencedor foi o Paulo Laureano Premium branco 2011.

Ao longo de sete dias, mais de 30 restaurantes de Alcabideche, Cascais, Carcavelos, Estoril, Parede e São Domingos de Rana apresentaram menus de pastéis de bacalhau a cinco euros, ou promoveram a degustação deste petisco por um euro, atraindo centenas de pessoas e recuperando na memória local uma receita que foi publicada pela primeira vez a nível oficial em 1904 e no “Tratado da Cozinha e Copa”, de Carlos Bandeira de Melo, um oficial do Exército português.

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