Mamoplastia de aumento

5 mitos urbanos a desmistificar rapidamente... de uma vez por todas!

São muitas as mulheres que desejam ter uns seios maiores que ainda receiam arriscar fazer uma mamoplastia de aumento por temerem as alegadas consequências desta cirurgia.

A falta de informação especializada é outra das causas. São cinco os principais mitos que circulam por aí. Descubra se algum deles faz sentido e se existem mesmo situações com as quais deve ter particular atenção:

1. As próteses rebentam no avião

Este é um mito completamente sem sentido. Atendendo à quantidade de mulheres que têm implantes, sempre que andássemos de avião iríamos ouvindo «plof, plof»!

2. Impedem de amamentar

«Com as atuais técnicas cirúrgicas de colocação dos implantes, são respeitadas a integridade anatómica e funcional das glândulas mamárias, não havendo por isso restrição na capacidade de amamentação, em casos de posterior gravidez», assegura o cirurgião plástico João Baptista Fernandes.

3. Dificultam os exames médicos

«As próteses de silicone são radiopacas e, inicialmente, esse facto colocou algumas dificuldades na interpretação das mamografias. Contudo, com a aparelhagem atualmente utilizada em Imagiologia, nomeadamente a ecografia e a mamografia digital, esse problema encontra-se ultrapassado». Para além de que, se estivesse demonstrado que os implantes impediam a deteção de tumores, seriam proibidos pelas autoridades de saúde.

4. Perde-se sensibilidade

De acordo com João Baptista Fernandes «pode ocorrer uma ligeira diminuição da sensibilidade mamilar, na colocação de implantes por via peri-areolar. É, no entanto, uma situação transitória e com recuperação completa num curto espaço de tempo».

5. Têm de ser substituídas ao cabo de um tempo

«Num passado recente, a maioria dos fabricantes de implantes mamários dizia que as próteses poderiam necessitar de ser revistas após um prazo de 10 anos», conta o cirurgião plástico. Hoje, aceita-se que as próteses não têm data de validade concreta.

Só terão de ser mudadas no caso de se romperem ou caso ocorra algum outro problema. De qualquer forma, «os principais fabricantes europeus ou dos EUA incluem no preço das próteses um seguro ou garantia que permitem a substituição da prótese em casos de alteração, sem encargos adicionais para a doente», acrescenta o especialista.

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