Há mais crianças e jovens a receber abono de família

O número de crianças e jovens que recebeu abono de família subiu ligeiramente em novembro

O número de crianças e jovens que recebeu abono de família subiu ligeiramente em novembro, tendo sido processados 778.167 apoios, mais 1.859 do que em outubro, segundo dados oficiais hoje divulgados.

Dados do Instituto de Segurança Social indicam que agosto foi o mês que registou o maior número de abonos de famílias atribuídos (800.943). Em relação a janeiro, o número de beneficiários caiu 0,4 por cento em novembro, passando de 782.041 para 778.167, respetivamente.

O Porto é a região do país com o maior número de abonos de família atribuídos (158.455), seguindo-se Lisboa (148.353), Braga (75.683), Setúbal (55.227) e Aveiro (54.246).

Os dados do Instituto de Segurança Social indicam que também tem vindo a crescer o número de famílias estrangeiras que pedem este subsídio.

Em janeiro, 49.479 famílias pediram este apoio ao ISS, número que subiu para 52.035 em novembro, representando um aumento de 5,1%.

As famílias oriundas do Brasil foram as que mais requereram esta prestação social (16.643), acompanhadas de perto pelas provenientes dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (16.464).

Registaram-se ainda 7.558 pedidos de imigrantes de países da União Europeia, 7.226 de famílias oriundas da Europa de Leste, 1.979 da Ásia, 631 da África, 445 da América do Sul (exceto Brasil) e 286 do Médio Oriente.

A região de Lisboa é a que concentra o maior número de pedidos (23.749), seguindo-se a de Setúbal (7.377), Faro (6.318), Porto (3.155), Santarém (2.435) e Aveiro (1.505).

O montante do abono de família a atribuir é calculado em função da idade da criança ou jovem, da composição do agregado familiar e do nível de rendimentos de referência do agregado familiar. O valor apurado insere-se em escalões de rendimentos estabelecidos com base no Indexante dos Apoios Sociais (IAS).

Nas famílias mais numerosas o abono de família para crianças e jovens com idade entre os 12 e os 36 meses é majorado em dobro ou triplo do seu valor, com o nascimento ou integração de uma segunda ou terceira crianças, respetivamente, no mesmo agregado familiar.

 

Fonte: Lusa

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