Escola António Arroio em Lisboa não iniciou ano letivo por falta de professores

Serão afixadas na escola as turmas e publicados na página eletrónica da escola os horários dos alunos, durante a próxima semana

A Escola António Arroio, em Lisboa, não iniciou o ano letivo dentro do prazo estabelecido, por falta de professores, apontando para a próxima semana o início das aulas, numa nota publicada pelo diretor, Rui Madeira.

 

“Ainda não temos colocados cerca de 53 professores de Técnicas Especiais, – 20 professores ainda a aguardar pelo processo de vinculação iniciado em julho, inexplicavelmente ainda em fase de concurso, e 33 para contratação/oferta de escola, que só poderá decorrer após aquela vinculação”, afirma o diretor numa informação aos alunos, pais, professores e funcionários, publicada na página de internet da escola artística.

 

O responsável pela secundária afirma que a equipa que dirige tem vindo a avaliar as condições para dar início às aulas, decorrendo desde o início do mês as reuniões e outras atividades de organização.

 

A agência Lusa contactou a escola para falar com o diretor, que se encontrava em reunião, tendo uma funcionária confirmado que o ano letivo não se iniciou no estabelecimento de ensino e que está previsto o início das aulas para a próxima semana.

 

“Em conjunto com o Conselho Pedagógico, a Direção entendeu que poderá começar as aulas assim que forem vinculados os 20 professores, apesar de todas as perturbações originadas pela falta dos outros 33”, lê-se na informação assinada pelo diretor.

 

Serão afixadas na escola as turmas e publicados na página eletrónica da escola os horários dos alunos, durante a próxima semana.

 

“Assumirei, como sempre, as decisões avisadas que tomamos em coletivo, pelo que peço a compreensão para estas decisões que são para todos”, refere o docente, acrescentando que aponta o dia 22 de setembro como a data desejável para começarem as aulas.

 

O período de início do ano letivo 2014-2015 determinado pelo Ministério da Educação e Ciência foi entre 11 e segunda-feira.

 

Por Lusa

artigo do parceiro: Nuno Noronha

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