Bater prejudica gravemente a saúde da criança a longo prazo

Saiba por que bater não educa e como colocar limites ao seu filho da forma correta.

Qual é a forma correta de educar?

Para o pediatra Paulo Oom, «os castigos, quando bem aplicados, atendem ao senso de justiça que todas as crianças têm, enquanto a falta de punição, pelo contrário, as desorienta.»

 

«Para aprender, o seu filho tem de entender a relação entre o que fez e a consequência. A punição deve acontecer no mesmo momento, pois as crianças têm uma visão imediatista: ainda não aprenderam a pensar a longo prazo», afirma o médico no seu livro Não te volto a dizer!

 

Na prática, isto significa que, assim que  o seu filho atirar o brinquedo para o chão durante um ataque de birra, o melhor a ser feito é tirar o objeto do seu alcance por alguns minutos. Com o passar do tempo, ele pode ficar sem TV, sem computador e sem outras coisas de que gosta e até o seu olhar sério e quieto vai ser suficiente para fazê-lo entender que aquilo que ele fez não foi correto.

 

Isto, sim, é educar!

 

 

Mais 4 razões para não bater no seu filho

Pais que adotam a palmada passam a mensagem de que os problemas podem ser resolvidos na base da força física.

 

Se a criança já não responde da mesma forma às palmadas, poderá iniciar-se uma sucessão de castigos físicos cada vez mais severos.

 

Quem apanha apresenta uma maior probabilidade de se tornar num agressor.

 

Nos casos mais graves, a criança pode desenvolver dificuldade de aprendizagem, atitude de medo em relação aos pais e sequelas físicas.

 

 

Maria João Pratt

 

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