Goucha e Cristina trocam declarações de amor

Juntos há dez anos, apresentadores da TVI garantem que não podem viver um sem o outro.

Juntos na TVI há quase dez anos, Cristina Ferreira e Manuel Luís Goucha decidiram partilhar publicamente, pela primeira vez, os sentimentos que os unem neste “casamento” televisivo quase perfeito.

Os apresentadores de “Você na TV!”, em sintonia de palavras e de horário, publicaram hoje nos respetivos blogues (“Daily Cristina” e “Cabaret do Goucha”) dois textos em que cada um deles fala sobre o outro – depoimentos tão intensos que certamente vão fazer chorar as pedras da calçada… 

Na sua declaração, intitulada “O Meu Goucha”, Cristina fala assim sobre o colega:

“É o maior! Pronto, está dito. Sempre o achei, ainda muito longe de imaginar que um dia viria a ser meu companheiro de todos os dias. (…) Gosto dele de uma forma que não sei explicar. (…) Soube aceitá-lo com todas as virtudes e defeitos porque já o amava antes de o ter para mim. (…) Soubemos ser um do outro estes 9 anos. Sem zangas, discussões, melindres ou desconfianças. O que é inacreditável para quem partilha tantas horas de matrimónio. Queremos os dois vencer. Queremos os dois ser os melhores. Mas casámos com comunhão de bens e não há separação que nos tire esta partilha. (…) Gosto de ti, Manel! Para sempre”.

Goucha retribuiu os mimos num depoimento intitulado “A Minha Cristina”:

“Sei das ambições que a alimentam, não sem que dê espaço para que a Vida aconteça. Sei da inquietude que a estimula. Sei da criatividade que a desafia. Nela medra a semente do talento. É terreno fértil de ideias e olhares, botados no labor diário de fazer televisão e assim se dar aos outros. (…) Emprenha a manhã de risos e dichotes e seus olhos salpicam-se de ilusão. A ilusão de que todos os dias são claros. Mordem-na ventos de invídia, mas até esses sabe aplacar com delirante graça. Sei do sonho que nela habita e onde cabem príncipes por encantar. Se eu podia viver sem a Cristina? Claro que podia!… Mas não seria a mesma coisa! Por isso, quero que ela fique, aquém de todas as ausências”.

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