Raquel Strada revela segredos da sua elegância

Confissões da mulher distinguida pelo canal E! com o título de “rainha” das passadeiras vermelhas nacionais.

Eleita pelo canal E! como a estrela mais brilhantes das passadeiras vermelhas nacionais, o que lhe valeu o troféu “Glamour – Red Carpet”, a bela apresentadora Raquel Strada, de 32 anos, revela ao Sapo Lifestyle, aqui e agora, alguns segredos da sua incontestável elegância.

Este prémio foi uma surpresa?
Foi mesmo, não estava nada à espera. Gosto muito de moda e nós, enquanto apresentadores e repórteres, também temos que ter um bocadinho a noção da imagem. É verdade que sempre gostei muito de me vestir e de arranjar as minhas amigas e para mim faz todo o sentido preocupar-me com os “trapinhos”.

Acha que tem um estilo próprio?
Julgo que sim. Gosto de cumprir o “dress-code” mas não o sigo à risca, porque acho que a nossa personalidade tem de estar sempre à vista. No meu caso, nunca visto roupas muito “fora”, mas admiro quem o faça. No fundo, tento levar a minha personalidade aos sítios aonde vou, aos trabalhos que tenho ou aos programas que apresento.

Qual é segredo da elegância?
Acho que o essencial é percebermos o que nos fica bem e o que nos deixa confortáveis. Não é ir atrás do que, muitas vezes, nos dizem que é o certo. Também não é ir muito atrás da moda… É preciso perceber as tendências, mas temos de adaptá-las a cada um de nós. Essencialmente, julgo que se formos honestos connosco próprios isso transparece. É um bocadinho como apresentar um programa de televisão – a honestidade torna tudo mais genuíno.

Este prémio do canal E! traz-lhe alguma responsabilidade acrescida?
Não, de todo. Vou continuar a ser fiel a mim própria, a vestir-me com os criadores nacionais de que eu gosto, como estou hoje vestida pelo Filipe Faísca. Gosto muito de me vestir e de fazer o meu ‘styling’ e o das minhas amigas e vou continuar assim super-tranquila.
Gosto de moda e acho que a beleza não vem só de dentro para fora. Julgo que quando nos sentimos mesmo bem a nível exterior, também temos mais confiança no nosso dia-a-dia.

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