Entrevista ao Dr. Eric Pearl

Reconexão:Um novo nível de Cura.

Autor do livro internacionalmente reconhecido "A Reconexão: Cura os outros, cura-te a ti mesmo", Eric Pearl é considerado um dos curadores mais importantes da actualidade. Os seus livros transformaram-se em best-sellers de dimensões mundiais e a sua actividade levou-o a ser orador num fórum das Nações Unidas e a ser citado e requerido pelos meios de comunicação mais destacados dos EUA e da Europa. Criador do método “A Reconexão”, Eric estará brevemente em Portugal para dar seminários sobre as novas frequências de cura.

Flor de Lótus - Quem é o senhor?

Eric Pearl - Apenas uma das muitas pessoas que optaram por entrar no nosso dharma, com o objectivo de contribuir para o mundo e para o universo a um nível mais elevado. Não fui o único a ter a oportunidade de reconhecer o meu caminho na vida, mas tive a honra de poder viver a vida de acordo com ele.
Há quem o considere um Messias da nova era…


Sinceramente, não me considero um profeta, nem um messias, nem um guru. Creio que todos somos mestres. É responsabilidade nossa descobrir que estamos aqui para ensinar e assumir que ensinamos este tipo de coisas aos outros.

De onde vem o nome de Reconexão?

O nome de “A Reconexão” procede de dois pontos de vista específicos: estamos a voltar a ligar “cordas” (planos simultâneos da existência) e “fibras” (cadeias de ADN). O cérebro não funciona como se acreditava antes, em que a aprendizagem estava numa área do cérebro, a fala noutra e a memória noutra. Hoje sabemos que esta informação está difusa por todo o cérebro e não localizada. Por outras palavras, existe o que a ciência denomina como um Campo de Ponto Zero, um campo infinito de energia, luz e informação. Lidamos com este campo o tempo todo. Quando não pensamos em alguém há quinze anos e quinze minutos depois essa pessoa nos telefona, estamos a aceder a esse campo. Os génios, os psíquicos e os curadores acedem um pouco mais instintivamente a esse campo. Portanto, o que estamos a fazer é voltar a ligar as linhas, é como se estivéssemos a melhorar o “software humano”.

Veja na próxima página a continuação do artigo.

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