Agosto Astrológico

Movimento planetário durante o mês de Agosto de 2016.

LEAD Technologies Inc. V1.01

É muito difícil começar a análise deste mês de Agosto sem mencionar as vitórias que Portugal alcançou através das mais diversas modalidades e áreas de conhecimento e relacioná-las brevemente com a sua simbologia representada nos trânsitos de que falámos para o mês de Julho. Referi para o mês de Julho que seria “um mês com enfoque principal no signo de Caranguejo e no elemento Água, pelo menos até ao dia 22”, que “é tempo de sentir”, “de iluminar os recantos da casa de cada um, de cada pátria, de cada nação”, “mantermo-nos coesos internamente, ligados a todas as partes de nós mesmos, unidos”.
Vivemos uma espécie de “orgulho nacional” (Sol em Caranguejo) por descobrirmos que afinal temos pessoas de “valor cá dentro” (Vénus em Caranguejo), nas mais “diversas áreas de conhecimento e modalidades” (Mercúrio em Caranguejo). Vivemos uma espécie de “coragem colectiva” e de que “afinal somos capazes” (trígonos a Marte), uma espécie de “despertar da memória patriótica que une a todos através deste sonho que nos permite ser mais do que pensávamos”, e por momentos relembramos que “em tempos já fomos grandes” e aí mistura-se “o passado, com o presente, com o futuro” numa fé imensa de que “podemos curar o orgulho ferido” (trígonos a Neptuno e Quíron) como se todos os dias da nossa vida fossem vividos sem que por um segundo duvidássemos de que quaisquer que sejam as tempestades provocadas pelos ciclos do Tempo, “Eu construo uma casa iluminada e nela habito”… Condecorámos os nossos “Heróis” e sentimo-nos como que abençoados no meio de todo o Caos pelo qual o mundo (ainda) vive…
E a Água realmente tem destas coisas, junta-se tudo muito bem, unem-se as qualidades de todos os “ingredientes” e no final teremos o “bolo” depois de tudo muito bem misturado e envolvido numa massa uniforme, bem coesa… E por momentos (talvez alguns dias) sentimo-nos “ingredientes” de um mesmo “bolo”, não existem diferenças entre cada um de nós, tanto é presidente, embaixador, jogador, ou “zé-povinho”, dissolvem-se os estratos sociais, as distâncias entre sortudo e desgraçado, as inconstâncias entre alegrias e frustrações. Amamos o nosso país e uns aos outros como já de há tempos não tínhamos memória porque nesta casa iluminada, “para onde quer que a vida me leve, há sempre um espaço onde o Sol brilha, onde me sinto abrigado e onde nunca falta “comida na mesa”, o Amor” (ainda estamos a relembrar as nossas impressões dos trânsitos referentes a Julho, falamos de Caranguejo e há sempre mais uma memória para arrancar do baú). E é verdade, não se pode negar, que tudo isto tocou o mundo, mas aos portugueses tocou de forma muito pessoal, afinal somos um país com Identidade Peixes (Sol) e Ascendente em Caranguejo, assim é a Alma Portuguesa… e é esta memória que na Alma ainda reside (dos portugueses e do mundo) que deve ser despertada, a única que permite a verdadeira União Amorosa que não distingue entre “clubes” e “pátrias” mas que a todos abre as portas da “sua casa iluminada” para abrigar, alimentar, confortar quem quer que dela necessite. Porque passada a febre da glória e das medalhas, voltamos para o mundo real em que ainda existem crimes e atentados à Alma de todos nós. Esquecem-se as diferenças e sentimo-nos mutuamente na verdadeira dor e sofrimento.

O que procura?

Comentários