Massimo Listri, nascido em 1953, iniciou a sua carreira de fotógrafo muito cedo. Aos 17 anos, o italiano já colaborava com uma série de revistas onde era possível ler sobre arte, arquitectura, decoração e/ou design de interiores. Durante a vida académica, também ela consagrada às artes e à literatura, manteve, em paralelo, as colaborações que tinha com essas publicações, às quais prestava serviços fotográficos.

Aos 28 anos, Massimo Listri fundou, com os editores Franco Maria Ricci e Vittorio Sgarbi, a conceituada revista RFM. A publicação foi o principal veículo de expressão dos ensaios fotográficos dos mais belos palácios e villas que desenvolveu, para além do design de interiores e da arquitetura de diferentes períodos. Nos últimos 30 anos, o fotógrafo italiano publicou mais de 70 livros na Europa e nos EUA.

Em julho, lançou mais uma obra, "The world’s most beautiful libraries", publicada pela editora Taschen, onde apresenta as que considera serem as mais belas bibliotecas do mundo. Entre as instituições escolhidas, verdadeiras obras de arte que pode ver de seguida, selecionadas pela sua importância histórica, pela sua relevância arquitetónica e pelo valor que se atribui às obras que preservam, há duas portuguesas.