“Do Prado ao Prato” há um ciclo de produção que pode, ou não, caber naquilo que se entende por respeito das identidades dos territórios, pela proximidade dos produtos à origem e o modo como estes são tratados nas cozinhas. No fundo, cuidar da sustentabilidade ambiental e alimentar.

É esta abordagem, assim como a da valorização da gastronomia portuguesa, que os alunos da sexta edição do Mestrado em Inovação em Artes Culinárias, da Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril (ESHTE), se propõem apresentar num jantar que vai decorrer a 15 de junho na Quinta da Ribafria, em Sintra, para um numero restrito de convidados, personalidades ligadas ao ambiente e à gastronomia.

Entretanto, a 30 de novembro deste ano o mesmo jantar terá um segundo momento, aberto ao público em geral (as inscrições ainda não estão abertas e os lugares serão limitados) e inserido no âmbito mais alargado da conferência "Experiencing Food: Designing Sustainable and Social Practices”, de 28 a 30 de novembro na Faculdade de Arquitetura da Universidade de Lisboa.

Neste 15 de junho, a equipa da ESHTE apresentará um menu inspirado e alinhado com os princípios que sustentam a associação “Plantar uma Árvore”: Proporcionar a oportunidade de cada pessoa plantar e cuidar de uma árvore autóctone por ano, proporcionando a recuperação da biodiversidade e fortalecimento dos ecossistemas.

Uma mesa que vai decorrer em diversos capítulos, refletindo o ciclo de vida de uma árvore. Alguns dos momentos são acompanhados pela atuação da associação cultura Byfurcação que criou personagens relacionadas com o imaginário da floresta.

Do elenco para a noite, saliente-se, por exemplo, propostas culinárias inspiradas no Fogo que simboliza a destruição e uma consciencialização para as questões florestais; ou na Semente, Rebento e Folha (verde, seca), Flor e Fruto.

Cada um dos momentos vai ser servido num suporte especificamente pensado para a experiência. De acordo com a organização do jantar, “o conceito do menu reflete também a preocupação na utilização de matérias-primas locais e incomuns como a urtiga, o sabugueiro ou o surrel”.

Durante todo o jantar será contada uma narrativa com sons, cheiros e imagens de pequenos filmes que foram desenvolvidos pelos alunos da Escola Superior de Comunicação Social do Instituto Politécnico de Lisboa.

Acrescente-se que os suportes para a refeição foram desenvolvidos pelos alunos de Design da Escola Superior de Artes e Design de Caldas da Rainha do Instituto Politécnico de Leiria

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