“Tocando as raízes para sonhar, viajar, descobrir, sentir um território e voar para alcançar o mesmo ponto de partida, Azurmendi é a minha casa”. A frase citada é do chefe de cozinha basco Eneko Atxa, o homem que lidera desde 2012 o restaurante Azurmendi, três estrelas Michelin, ocupando o 14º lugar na lista, The World’s 50 Best Restaurants. O restaurante basco é, ainda, apontado como um dos mais sustentáveis do mundo.

Agora, Eneko Atxa dá um pulo de fronteira, e anuncia que se prepara para abrir, não um, mas dois restaurantes na capital portuguesa. No nosso país, o chefe basco, terá como parceiro no negócio o Penha Longa Resort, ficando à frente da cozinha daquele que se denominara “Eneko Lisboa, uma porta para duas experiências: Uma de fine dining e outra a recriar uma típica tasca basca”, como podemos ler na publicação no Instagram d´O Apartamento, agência que trata da comunicação do Penha Longa Resort. Um duplo projeto, o Eneko Lisboa e o Basque, que irá ficar instalado no antigo espaço do Alcântara Café.

Aos 35 anos, Eneko Atxa afirmou-se como um dos mais jovens chefes de cozinha a alcançar as três estrelas do guia Michelin. O restaurante Azurmendi abriu portas em 2012, tendo logo nesse ano ganhado uma estrela. No ano seguinte, ascendeu às duas estrelas. Com três anos de operação, o restaurante atingiu o galardão máximo, as três estrelas, não as perdendo desde então.

Eneko não se afirma apenas como um chefe de cozinha. É também um agricultor, conservacionista, ambientalista, contador de histórias, enólogo e empresário. No complexo que engendrou no norte de Espanha, Eneko Atxa, conta com um restaurante mais informal (uma estrela Michelin), uma exploração vinícola, a Gorkaigagirre, loja de vinhos, um banco de sementes para espécies regionais ameaçadas, um centro de inovação, entre outras estruturas onde, naturalmente, se inclui o seu topo de gama o Azurmendi.

A par com o trabalho com uma arquiteta basca, Naia Eguino, o chefe de cozinha alcançou em 2010 a certificação LEED, que reconhece as melhores práticas de sustentabilidade. O edifício onde se instala o restaurante, entre outras valências, é uma estrutura bioclimática que trabalha com o ambiente, com recurso a madeira e pedra da região, energia renovável, materiais reciclados, energia geotérmica, captação de água da chuva.

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