São bolos dignos de figurarem num serviço de chá de uma casa de bonecas. Rachel Dyke não é confeiteira, assim como não tirou nenhum curso de pastelaria. Mas, garantidamente, os seus bolos em miniatura, que cabem na palma da mão, são os vencedores na categoria de ar apetitoso. Mais, são baixos em calorias. Ou melhor, não contam uma única caloria. Porquê? Porque a norte-americana concebe os seus bolos em materiais não comestíveis, nomeadamente porcelana e massa de polímeros.

A criadora com formação na área de efeitos especiais, mais concretamente na caracterização, trabalhou por dois anos na arte de decorar bolos (estes comestíveis) para programas de televisão. Uma atividade que acabou por se espraiar nos tempos livres de Rachel. Munida de ferramentas para escultura em miniatura, já concebeu centenas destas pequenas delícias visuais. Esculturas plenas de pormenores, chegando a ostentar dezenas de flores, como acontece nos bolos de casamento. Criações que no caso dos bolos mais elaborados podem levar a Rachel perto de 12 horas de processo, desde a fase de planeamento à cozedura da peça.

Acresce que o realismo destes pequenos bolos chega ao olfato. A especialista em caraterização aplica óleos perfumados nas suas miniaturas. Isto para lhes conferir o tão desejado apelo olfativo de um bolo acabado de sair do forno.

Um trabalho que pode ser acompanhado na página no Instagram de Rachel Dyke.

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