Chanel, Moschino, Prada ou Louis Vuitton. A simples menção a estas marcas espicaça uma resposta cerebral associada às palavras “esta mala tem de ser minha”. Tornar o sonho em ato de consumo pode, contudo, ser um pouco mais difícil. Tudo dependerá de algumas centenas ou mesmo milhares de euros disponíveis na carteira.

Atenta a esta questão, a artista plástica canadiana Chloe Wise, concebeu um conjunto de trabalhos, denominado “Bread Bags” (literalmente Malas de Pão) onde explora a ideia de efémero no consumo.

Chloe procura com as suas malas, carteiras, mochilas de marcas de luxo alertar para o carácter transitório dos objetos de luxo. Nada melhor do que alimentos que se deterioram ao fim de alguns dias. Alimentos do quotidiano como as sanduíches, bagels, muffins, pão de forma e croissants.

Uma destas peças de arte fez mesmo furor numa festa da Chanel, quando a atriz e escritora India Menuez desfilou com uma das malas de Chloe Wise. A obra de arte, transposta para um contexto mundano, tornou-se falada. Alguns meios de comunicação atribuíram a criação ao estilista Karl Lagerfeld.

Para produzir estas peças em formato real, a artista, atualmente sediada em Nova Iorque, recorre à pintura a óleo, polímeros, couro e diversas ferragens.

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