Para o chefe de pastelaria britânico Ben Churchill a sua arte toca, também, no campo da ilusão. As sobremesas que produz e que partilha regularmente nas redes sociais não se limitam a ser agradáveis ao palato. Bem quer ir mais longe, criando pratos que causem no comensal uma expressão renitente no momento de se entregar à gula.

O que o pasteleiro faz é, como o próprio anuncia na página que gere, é “levar a minha cozinha numa outra direção, a do ilusionismo gastronómico, explorando o grotesco”.

Churchill não se coíbe de apresentar à mesa um cinzeiro que, na realidade, é uma Panna Cotta, ou um queijo e laranja bolorentos, embora os fungos não passem de ingredientes de pastelaria comestíveis.

Entre as suas criações que mais despertaram a atenção nas redes sociais, está uma esponja para a louça, com respetiva espuma. Na realidade trata-se de um bolo esponjoso de azeite, com menta, espuma de leite e puré de maçã caramelizada.

Numa outra criação, Ben apresenta-nos um peito de frango que resulta da mistura de leite, morangos, açúcar e gelatina. Misturados e dissolvidos os ingredientes, estes vão a uma forma que simula um peito de frango cru.

Uma vertente da pastelaria que o jovem chefe britânico empreende desde há três anos, depois de dez anos de carreira nas cozinhas.

O chefe de pastelaria lançou, inclusivamente, um livro onde faz mostra da sua arte. Chama-lhe “Food Illusions”, um primeiro volume à venda em livrarias digitais.

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