Para o filipino André Manguba há dois caminhos possíveis quando se senta frente a um prato de massa esparguete e respetivo molho. Ingere-a como o comum mortal, ou ajeita-a por forma a encontrar-lhe rostos e expressões, sejam estas reais, ficcionadas ou comuns ao universo pop da humanidade.

Manguba, que iniciou a sua carreira artística com 16 anos, junta às suas composições outros elementos, todos eles comestíveis, nomeadamente vegetais, assim como queijos de diversa natureza, dada a relação óbvia entre os alimentos lácteos e as pastas.

No processo criativo, o artista filipino recorre apenas a pincéis para retoques e pormenores nos molhos que utiliza, como é o caso do ketchup ou outros ingredientes com base no tomate.

As brincadeiras com comida do jovem asiático valem-lhe um considerável número de seguidores nas redes sociais, onde publica regularmente o seu trabalho artístico.

Uma arte na ilustração que se espraia para o retrato socorrendo-se de lápis de grafite. Um talento que já valeu a este artista sediado em Manila, capital das Filipinas, o apoio e a referência junto de gigantes mundiais de materiais para belas-artes. Um feito, dada a tenra idade de André, nascido em 1999.

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