Uma empresa tecnológica, fundada por duas mulheres e um homem, desenvolveu um vibrador que converte orgasmos em obras de arte. O dildo da Lioness integra um dispositivo ligado a uma aplicação móvel que regista as contrações pélvicas e a temperatura durante a utilização e elabora um gráfico abstrato, que pode ser partilhado nas redes sociais, impresso e até emoldurado. Está à venda por cerca de 196 euros.

"É, atualmente, o vibrador mais inteligente do mercado", garante Liz Klinger, uma das fundadoras. "Pode ser usado sozinho ou através da aplicação, que está disponível para iOS e Android 6.0 e que é atualizada com novas funcionalidades todos os meses", explica. Fabricado com um silicone sem ftalatos, um componente tóxico, foi uma das atrações do CES 2018, uma importante mostra tecnológica nos Estados Unidos da América.

Aquando da apresentação pública, a empresária exibiu os gráficos dos orgasmos de três mulheres impressos em telas, para mostrar as diferentes representações gráficas que se podem conseguir. Esta não foi, no entanto, a primeira vez que o clímax feminino foi convertido em arte. Em 2016, o fotógrafo Albert Pocej conseguiu convencer 15 mulheres a deixarem-se fotografar enquanto se masturbavam e atingiam o orgasmo.

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