Stop Bullying!

Nova Campanha pretende sensibilizar a sociedade para o combate deste fenómeno de violência contra crianças e jovens

A Associação de Mulheres Contra a Violência, uma organização não governamental que trabalha há mais de 15 anos na área na defesa dos direitos das mulheres, crianças e jovens, acaba de lançar uma campanha de prevenção e sensibilização “Stop Bullying”, nas estações de televisão, rádios, jornais e revistas nacionais.

A campanha “Stop Bullying” tem como objectivo consciencializar o público em geral para um problema que é vivido por um elevado número de crianças e jovens no nosso país.
Visa em particular alertar pais e educadoras/es para a necessidade de estarem atentos e falarem com as crianças e jovens sobre este tema, e as/os jovens para a necessidade de procurarem apoio caso se confrontem com uma situação de bullying.

A Associação de Mulheres Contra a Violência apela:

  • aos pais e educadoras/es para terem um papel activo na prevenção do bullying;

  • às escolas a elaborarem políticas contra o bullying;

  • ao Governo para promover estudos sobre este fenómeno que permitam conhecer a extensão do problema e facilitem a adopção de medidas preventivas.
  • O bullying é uma forma de violência entre pares, que afecta particularmente as crianças e jovens. Ocorre frequentemente na escola, mas muitas vezes ocorre fora do recinto escolar, na rua, nos centros comerciais, nas piscinas, nos campos de férias, etc.

    Não é uma realidade nova, mas sim um fenómeno crescente na nossa sociedade, ao qual pais, professores e comunicação social têm vindo a dar maior atenção. E dar-lhe visibilidade contribui para retirar as vítimas do isolamento em que se encontram.

    AMCV: Alameda D. Afonso Henriques nº 78 - 1º Esq. | 1000-125 Lisboa
    Tel: 21 3802160 | E-mail: sede@amcv.org.pt | Site: www.amcv.org.pt

    Constituída notarialmente em 1993, a Associação de Mulheres Contra a Violência é uma organização não governamental (ONG), independente, laica e sem fins lucrativos, cuja missão é questionar e desafiar as atitudes, crenças e padrões culturais que perpetuam e legitimam a violência contra as Mulheres, Crianças e Jovens.

    Em 1998, é reconhecida como uma Instituição de Utilidade Pública e é-lhe atribuído o Estatuto Consultivo Especial do Conselho Económico e Social das Nações Unidas (ECOSOC).

    É membro fundador da Associação Portuguesa para a Prevenção do Abuso e Negligência de Crianças (2005).

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