O calcanhar de Aquiles

O ponto frágil de Eduíno Ribeiro é emocional. Come quando está triste.

O calcanhar de aquiles
créditos: Pedro Loureiro

Em cerca de três anos, Eduíno conseguiu emagrecer 70 quilos e substituir a gordura por músculo. Isto não significa que os velhos hábitos tenham desaparecido, após uma vida inteira a conviver com eles. Edu, como é chamado pelos amigos, ainda tem um «calcanhar de Aquiles». «Tenho um grande problema. Se estiver triste, deprimido ou ansioso, vou comer».

Para controlar o problema, opta por alimentos mais saudáveis. «Por exemplo, em vez de comer um pão, como um iogurte grego com aveia. Em vez de massa ou arroz, talvez opte por uma batata doce e, em vez de doces, escolho uma banana».

Um hábito que não conseguiu deixar foi o de comer à noite. «Não tenho problema nenhum em admiti-lo. Levanto-me às três, três e meia da manhã, religiosamente, para comer. Só que em vez de porcaria tenho lá uma salada com atum, iogurte grego».

A verdade é que hoje Edu sente-se sem. «Neste momento, consigo fazer tudo o que uma pessoa normal faz. Em vez de estar escondido num quarto, fechado para ninguém me ver, saio para o mundo». Sobretudo tem saúde.​

Texto de Sónia Balasteiro

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