Meditar pode ser tão eficaz quanto usar antidepressivos, diz estudo

Mudar a atividade cerebral é fundamental nestes casos

Meditação ajuda a ultrapassar fases depressivas, revela estudo envidado pelo Centro de Dependência e Saúde Mental de Toronto, no Canadá. O psicólogo cognitivo Zindel Segal liderou a pesquisa que incidiu sobre 84 pacientes que sofriam de depressão e que estavam a tomar antidepressivos.

No final desta primeira fase, um terço dos pacientes continuou o tratamento antidepressivo, um terço começou a tomar um comprimido que só tinha efeito psicológico e os restantes participaram de sessões de terapia baseadas na meditação. Constatou-se que, um ano e meio depois, somente 30% dos pacientes que se dedicaram à meditação de plena consciência voltaram a sofrer de depressão.

Os restantes 70 por cento estavam bem de saúde e nada deprimidos, enquanto os restantes pesquisados, na sua maioria, voltaram ao seu estado inicial.

Concluiu-se, assim, que é mais eficaz uma modificação da atividade cerebral e não o uso de fármacos no combate a todo e qualquer tipo de depressão.

artigo do parceiro: Nilza Rodrigues

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