As aplicações que facilitam a minha vida

Siga as dicas de Joana Kouprianoff, naturopata, coach, changer e mestranda em Nutrição Clínica.

Para todos os que usam smartphones: há que os colocar a trabalhar por nós. Numa era onde a informação é mais que muita torna-se imperativo que a sua gestão seja otimizada e, preferencialmente, de modo automático.

A minha vida ficou muito mais facilitada com o uso das aplicações que vos descrevo abaixo:

Saúde

7 minutes: Para quem anda sempre a correr de um lado para o outro e, por vezes, falha algum treino no ginásio, esta aplicação é perfeita! Decide se quer treinar 7, 14 ou 21 minutos, e a app diz-lhe quais os exercícios deverá fazer e durante quanto tempo, tem pausas entre cada exercício funcional e também se pode definir um alerta diário para treinarmos a uma hora predefinida.

Think Dirty: Quando me comecei a interessar mais pela cosmética biológica, tornou-se claro que não seria tarefa fácil identificar quais os produtos, que eu já utilizava, cheios de químicos daqueles que têm só um pouco de químicos. Podemos criar a nossa prateleira da casa de banho e classifica cada produto de 0 a 10 relacionado com o impacto que tem a longo prazo na nossa saúde. Cada produto com classificação superior a 4 tem um impacto negativo moderado a grave sobre a nossa saúde e a aplicação apresenta uma alternativa com baixo ou nenhum impacto negativo sobre nós. O único senão é que os produtos de baixo impacto, ou seja, os biológicos, que são apresentados, muitas vezes não se encontram em Portugal.

Sleep cycle: Esta aplicação permite que consigamos perceber como funcionam os nossos ciclos do sono, ao analisar em que fase nos encontramos em cada ciclo consegue determinar qual a melhor altura para o despertador tocar de manhã.

P tracker: Muitas pacientes minhas não sabem em que fase do ciclo menstrual se encontram, porque têm que fazer contas ou porque está na agenda que não têm com elas. Minhas queridas! Com esta aplicação (ou outra semelhante) conseguem perceber não só em que fase do ciclo menstrual se encontram, como também, quando é a ovulação, tablas estatísticas, etc

Gestão de informação

Evernote: A aplicação gratuita já tem tanto para oferecer. Podemos ter instalado no desktop e no telemóvel, o que adoro, pois assim temos sempre as notas e cadernos virtuais atualizados em todos os dispositivos. Conseguimos ordenar as notas todas por temas com as etiquetas, mas mesmo sem elas a pesquisa é bastante eficaz e simples. Podemos criar notas partilhadas e existe um chat de trabalho. Fantástica aplicação. Descobri recentemente um widget que podemos instalar no nosso browser que podemos gravar os sites que visitamos diretamente no evernote.

Pocket: Mais uma vez a interligação de dispositivos está presente e facilita a nossa vida. Tenho instalado no desktop e no telemóvel. Gravo no pocket todos os sites que têm algum artigo que quero ler mais tarde ou algo que não quero perder ou esquecer. Em qualquer dispositivo consigo ter acesso e também conseguimos organizar os links por temas com etiquetas.

Entretenimento

Podcasts: Um amigo meu mostrou-me o maravilhoso mundo dos podcasts ainda em 2014. Existem vários podcasts portugueses incríveis, muitos em inglês. De variadíssimos temas: detox, saúde, nutrição, como falar francês, palavras inglesas do dia, história, etc. Vale muito a pena subscrever um ou dois podcasts. Principalmente se passa muito tempo diariamente no transito, em transportes públicos ou em viagem. Conseguimos aprender imenso apenas a ouvir e isso facilita imenso a nossa vida!

Spotify: Adoro. Foi-me mostrado em 2012, quando ainda não estava disponível em Portugal. Sou fã e utilizadora do pacote premium. Todos os meses crio uma nova lista de música para o blog With You We Change. Também gosto de explorar os álbuns que foram lançados recentemente (assim não tenho que ler tanto o Pitchfork), conseguimos ver o que os amigos ouvem, perceber quais as tendências por região e também é fácil aceder a playlists já definidas do spotify, sendo as minhas preferidas as para dormir com sons da natureza e as para correr.

artigo do parceiro: Joana Kouprianoff

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