Vanessa Barreira

O percurso evolutivo da diretora executiva da consultora KCS IT

Licenciou-se em engenharia multimédia, deu aulas durante quatro anos e entrou na KCS IT como manager no início da empresa. Hoje, mesmo com mais responsabilidades na gestão da estrutura, diz que não deixa de ser operacional, até porque isso lhe «cria a dinâmica de que sempre gostou».

Como Vanessa Barreira não tem filhos, pode dedicar-se em pleno à profissão, algo que não sucede com todas as mulheres.

Quais são os seus objetivos para a KCS IT?

Evoluir e crescer de forma sustentada e sem medos. Desenvolver ideias que nos permitam progredir em novas áreas e serviços. Continuar a apostar cada vez mais na formação não só em gestão de projetos mas também na vertente técnica e comportamental.

Contrariamente ao que acontece com muitas empresas, a KCS IT está a crescer. A que se deve este facto?

Determinação, boa energia e paixão pelo que fazemos. São ingredientes fundamentais para nos ajustarmos à nova realidade.

Qual o passo seguinte na sua carreira?

Um dia de cada vez e continuar a aprender, nunca esquecendo a humildade. Trabalho para um grupo que já tem mais de 1.500 trabalhadores e que proporciona a todas pessoas empenhadas e empreendedoras espaço para crescerem.

Qual o melhor e pior momento da sua carreira?

Os momentos menos positivos talvez acabem por ser aqueles em que, por algum motivo de timing, não ganhámos uma oportunidade ou não a soubemos gerir junto de clientes ou consultores. Um momento especial foi quando atingimos os 100 consultores, a 30 de julho de 2013, um dos três objetivos que tínhamos até final do ano passado.

Ao longo da sua carreira sentiu alguma dificuldade por ser mulher?

Estudos e pesquisas à parte, somos, sem dúvida, mais sensíveis. Porém, considero que se essa sensibilidade for bem doseada e aplicada com a determinação e audácia imprescindíveis pode
tornar-se numa mais-valia numa organização. Super-herois e super-heroínas só existem na ficção. Como tal, as dificuldades quando existem são similares.

É fácil conciliar a vida profissional e familiar?

Não tenho filhos e portanto reconheço que tenho mais disponibilidade e flexibilidade para a carreira. A resposta passa por dizer que, quando se ama, arranja-se todo o tempo do mundo. E eu arranjo.

Texto: Rita Caetano

artigo do parceiro:

Comentários