Somos prudentes na gestão do nosso dinheiro?

Nos últimos anos fomos bombardeados com a mensagem de que vivemos acima das nossas possibilidades. Chegámos a ficar escandalizados por considerarmos que essa afirmação é errada e sem sentido. No entanto, talvez seja mais acertado pararmos um pouco para refletir se é possível melhorar os nossos comportamentos no que diz respeito ao dinheiro.
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É sempre possível melhorar

O ponto de partida de qualquer análise ao nosso comportamento deve-nos levar a considerar que há sempre espaço para melhorar os nossos hábitos. Não dizemos com isto que existe sempre muito espaço para melhorias. Mas há sempre algumas despesas que é possível cortar ou algumas decisões que vendo bem as coisas não foram as mais acertadas.

Nós controlamos a nossa vida financeira

Uma segunda ideia de relevo quando falamos de dinheiro é pensarmos sempre que controlamos o nosso destino. É certo que não controlamos todas as variáveis (apesar de querermos ou de tentarmos), mas também é certo que temos bastante mais responsabilidade do que achamos. Aliás, as grandes vantagens da democracia é termos a possibilidade de refletir, decidir e viver com as (boas) consequências das nossas decisões.

O Estado já não está cá para nós

Muitos portugueses habituaram-se a viver considerando que o Estado estará cá sempre que for necessário. No entanto, dizem-nos os dados económicos que a Segurança Social terá de ser reestruturada de modo a poder ser sustentável. A Segurança Social está em desequilíbrio por diversos motivos, sendo de destacar o principal que se prende com a demografia. Vivemos mais anos e temos menos filhos.

O Estado não vai poder acudir a todos. Assim, temos de começar a assumir uma postura de maior prudência. Começar a poupar para os imprevistos. Poupar para situações de desemprego e poupar para a reforma.

Não conseguimos poupar mais

Quando falamos na necessidade de poupar pensamos sempre que é impossível poupar. Mas retomando o primeiro ponto, há sempre espaço para melhorar. É claro que não defendemos que devamos deixar de ter os nossos pequenos prazeres que “apimentam” ou dão uma nova cor à nossa vida. No entanto, defendemos que enquanto não tivermos as nossas finanças em ordem temos de viver com algumas restrições.

Sim. É possível poupar. Não é possível poupar se quisermos manter o mesmo estilo de vida. Mas é possível poupar se assumirmos uma postura permanente de corte de custos e se atacarmos as grandes fontes de desperdício. Neste artigo reforçamos duas estratégias muito simples para poupar dinheiro:

Consolidar ou Negociar Créditos – O Dr. Finanças tem conseguido reduções superiores a 30%-40% nos encargos financeiros das famílias portuguesas. Para saber o potencial de poupança sugerimos que utilize o simulador de crédito consolidado do Dr. Finanças.

Faça o Seu Orçamento Familiar – Está farto de ouvir ou de ler que é preciso fazer um orçamento familiar? Já fez o seu? Talvez seja necessário continuarmos a apelar para a construção do orçamento familiar. É muito simples. Sugerimos que leia o artigo “Aprenda a Fazer um Orçamento Familiar e Prepare-se Para Todos Os Imprevistos”. Verá que começará rapidamente a poupar dinheiro.

Tem sugestões de poupança? Tem dicas para uma melhor gestão das finanças pessoais? Deixe-nos os seus comentários.

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