Pessoas que fazem mais sexo trabalham mais e melhor

Um professor norte-americano levou a cabo uma experiência com 159 voluntários casados. Os que têm uma vida sexual mais ativa são mais felizes, estão mais motivados e concentram-se mais.

Fazer mais sexo pode ser bom para a sua carreira e para a sua satisfação profissional, assegura um novo estudo, levado a cabo por um professor da Oregon State University, nos EUA. «Aqui está uma coisa com a qual nos deveríamos preocupar mais», garante, em comunicado, Keith Leavitt, que coordenou a investigação. «Manter uma relação saudável que inclua uma vida sexual sã torna os empregados mais felizes e mais concentrados no trabalho», assegura o especialista.

«Os trabalhadores e as organizações para as quais trabalham só têm a ganhar com isso», acrescenta ainda. Durante duas semanas, a equipa liderada por Keith Leavitt acompanhou 159 colaboradores casados. Todos os dias, os voluntários tiveram de responder a dois inquéritos. Os funcionários que faziam sexo num dia estavam mais felizes no outro, o que fazia com que se estivessem mais satisfeitos com as tarefas que desempenham e se concentrassem mais.

Os investigadores apuraram ainda que os que iam para casa stressados com coisas do trabalho viam a sua vida amorosa e sexual afetada por isso. «Os casais que não desligam perdem os efeitos positivos da libertação da dopamina, responsável por uma maior ligação entre os casais, que torna efetivamente as pessoas mais motivadas no dia seguinte», referem os especialistas.

«É preciso que as pessoas se lembrem que o sexo tem benefícios sociais, emocionais e psicológicos e que é importante fazer dela uma prioridade nas nossas vidas», defende Keith Leavitt. «A tecnologia [dos dias de hoje] confronta-nos com a tenção de estarmos permanentemente ligados mas, provavelmente, é melhor desligarmos. Os patrões deveriam encorajar os empregados a desligar do trabalho quando estão fora da empresa», afirma.

Texto: Luis Batista Gonçalves

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